sábado, março 28, 2009
Grande Momento | Top Gun


Poucos fazem parte da nossa mitologia de infância como esta inesgotável fonte de prazer proibido que é "TOP GUN". O filme que lançou a carreira de Tom Cruise para o estrelato e que obrigou os meus pais a comprar réplicas de caças F-14 para mim e para o meu irmão. Fiquem com a deliciosa sequência inicial. "Highway to the danger zone...!"
posted by The Stranger @ 10:49 da manhã   3 comments
sexta-feira, março 27, 2009
Porque isto também é cinema...

There's no need to be formal...

posted by Ursdens @ 2:43 da tarde   0 comments
terça-feira, março 24, 2009
Anne Hathaway é Judy Garland

Parece que o pequeno momento que Anne Hathaway teve nos Oscars convenceu tudo e todos. A actriz que se superou em Rachel Getting Married acaba de ser confirmada para a biografia sobre (a grande) Judy Garland, tanto nos palcos como no cinema.

Em relação ao filme ainda não mais novidades, nem director, nem argumentista. Apenas sabemos que é uma produção da Weinstein Co...

Será que Shirley McClaine tinha razão e ainda vamos ver Anne Hathaway mais vezes nos Oscars? A confirmar no próximo ano.
posted by P.R @ 2:58 da tarde   2 comments
domingo, março 22, 2009
Comentários
Porque algumas pessoas não compreendem muito bem o significado de moderação, nem percebem que a liberdade de expressão que sempre foi permitida neste espaço não tinha por objectivo a partida para o insulto pessoal e porque, em última instância, qualquer um de nós só deixa entrar em sua casa aqueles que não nos venham partir a mobília sem motivo aparente, a equipa do Take a Break decidiu-se, a partir de agora, por um sistema de aprovação de comentários antes de serem publicados. Àqueles que nada têm a ver com isto, pedimos desculpa e compreensão, aos outros, fica o aviso de que deixam de ser bem-vindos.

A Equipa do Take a Break.
posted by Juom @ 11:42 da tarde   2 comments
sexta-feira, março 20, 2009
Eastbound & Down

Porque há séries assim. Demasiado estúpidas para serem verdade. Porque há personagens assim. Demasiado idiotas para serem verdade. E por isso agradecemos à HBO, e a Danny McBride aka Kenny Powers, que cria aqui o mais perfeito inútil e imbecil ex-jogador de baseball que tenta lentamente voltar à ribalta...uma cerveja de cada vez. Aconselhada aos adeptos de Will Ferrel, de filmes como "Pineapple Express" e de humor de espectro bem largo, e porque não dizer, bem javardola. Eu cá gosto. E eu cá me rio bastante.
posted by The Stranger @ 10:58 da manhã   2 comments
quinta-feira, março 19, 2009
Che: Part One - The Argentine
O projecto já tinha alguns anos, e afirmava-se como um dos sonhos do actor que agora finalmente conseguiu dar corpo a 'Che' Guevara. Assinando os créditos como produtor, Benicio Del Toro voltou a juntar-se ao realizador Steven Soderbergh e, baseando-se nos escritos do próprio Guevara, realizaram esta espécie de épico intimista sobre a intervenção do argentino nas guerrilhas da América do Sul. O projecto acabou dividido em duas partes, com o primeiro agora a estrear e o segundo a caminho – chega-nos no início do próximo mês. Depois de vista a primeira parte, o mínimo que se pode dizer, é que se trata de uma das mais interessantes estreias do ano, e um trinfo técnico e artístico para todos os envolvidos.

'Che' Guevara será uma das mais controversas figuras políticas do século passado, um autêntico símbolo da revolução da América latina posteriormente transformado numa espécie de ícone pop. E logo aí salta à vista uma a primeira grande qualidade desta abordagem da sua vida: independentemente das suas convicções, o argumento de Peter Buchman nunca soa maniqueísta, conseguindo colocar essas ideias ao serviço da exploração da intimidade da sua personagem, integrando-as na história. Tal como não é necessário partilhar dos ideiais retorcidos de Travis Bickle para considerar Taxi Driver uma obra-prima, também não é de todo necesário conhecer de cor a obra de Karl Marx para reconhecer a excelência do filme de Soderbergh. Em boa verdade, Guevara é uma personagem fascinante, com a sua necessidade quase messiânica de espalhar a palavra da revolta popular e anti-imperialismo aos seus seguidores. Além do mais, sofria de um problema de saúde (asma), era extremamente culto e audaz, tudo características muito bem exploradas por Buchman. Talvez por se inspirar directamente nos diários de 'Che', esse intimismo chame mais a atenção, acabando por se revelar um dos pontos fortes do filme, partindo sempre de um ponto de vista muito pessoal sobre o seu protagonista.

Depois, como sempre, o filme está carregadíssimo dessa vontade de experimentação tão próxima aos projectos de Soderbergh, e tudo nele soa a exploração das possibilidades cinematográficas e novas formas de contar histórias. Por vezes (as sequelas de Ocean's Eleven, Full Frontal), os seus devaneios artísticos resultam em inconsequentes exercícios estilísticos, mas também são capazes de produzir obras de valor acrescentado. Como é o caso de Che: The Argentine, que desde logo dá continuidade às experiências que vinha fazendo nos últimos anos no domínio das rodagens em alta definição, com resultados impressionantes. Além da qualidade da imagem estar cada vez mais próxima da da película, este recurso ter-se-à revelado bastante mais cómodo e prático para movimentar a câmara nas selvas onde a acção foi rodada, e onde passamos a maior parte do tempo. Depois, porque com a montagem intercalada entre as imagens de 'Che' aquando da sua famosa visita a território norte-americano, e do tempo em que foi um dos líderes da revolução cubana, apoiando Fidel Castro na revolta contra o governo de Batista, confere ao filme essa sensação de flutuação temporal tão típica do cineasta que gosta pouco de barreiras. Com alguns planos de antologia, e a capacidade para aguentar nas doses certas os momentos mais contemplativos e algumas espectaculares cenas de combate, Soderbergh consegue aqui um dos seus mais impressionantes trabalhos de realização.

Mas claro que o último parágrafo não poderia deixar de ser dedicado à grande estrela da companhia. Benicio Del Toro, premiado por esta composição na última edição do festival de Cannes, é sem dúvida um dos maiores actores da sua geração, e volta aqui a brilhar a grande altura. Além das já referidas características de 'Che' que se revelam sumo vital para um actor se alimentar, junte-se-lhe as naturais semelhanças físicas entre Del Toro e a sua personagem (que são consideráveis), e tudo se torna mais fácil. Benicio não facilita, e aquilo que nos oferece é uma total imersão numa personagem difícil, mas da qual acabamos sempre por nos sentir invariavelmente próximos. O actor consegue ter a presença necessária para empolgar nos grandes discursos e na hora da tomada de decisões, e a fragilidade necessária para nos relembrar que, por detrás de um mito, seja ele qual for, está acima de tudo o homem. Felizmente, o filme não tenta ver 'Che' como um santo, nem como um demónio – terá sido ambos para diferentes pessoas – mas sim como um homem de convicções. Que essa abordagem seja feita com tanta classe, ainda melhor.

posted by Juom @ 11:25 da tarde   6 comments
quarta-feira, março 18, 2009
Sugestão musical - The Pains Of Being Pure At Heart

Como já se podem por aí observar as primeiras flores a desabrochar, nada melhor que sonoridades frescas e ligeiras, bem à medida do espírito da estação que, avizinhando-se, já se cheira.

The Pains of being pure at heart editam um álbum homónimo, recheado de alegria e simplicidade! Há quem diga que é pop e quem diga que é Indie... Para mim, situam-se num território porventura intitulado "My Bloody Valentine em metamorfose primaveril"!

Espero que gostem!

posted by Ursdens @ 2:57 da tarde   1 comments
Kings: Nova série da NBC é deslumbrante!


Numa altura em que o panorama televisivo não vai nada mal, eis que chega de mansinho Kings. E tudo passa discretamente para segundo plano.

O início auspicioso da série, nos seus monumentais dois episódios, leva-nos para a cidade de Gilboa. Uma espécie de Nova Iorque alternativa, da qual Silas é o seu Rei imponente, na força de um personagem amargo e sonhador, perdido na sua glória enferma. Tal como Slumdog Millionaire, à luz de uma América ainda embriagada pela história de conquista do seu mais recente presidente, também Kings retrata a história de um homem modesto, e o seu percurso até se tornar Rei.

A adaptação contemporânea da história do Antigo Testamento de David e Golias, não se fica pela mudança de século. Em Shilou, capital de Gilboa, o pequeno David Shephard não encontra uma face no seu Golias. Aqui, Goliath mais precisamente, são marcas de tanques de guerra. Uma guerra apoiada por William Cross, próximo do Rei, principal beneficiário do permanente estado de conflito da nação.

É na componente história, quase mitologia, que Kings triunfa. As metáforas, embora óbvias, evocam a História como a conhecemos dos triunfos gregos e romanos. Com um alfaiate sempre à perna e um Blackberry no bolso. Sim, é exagerado na dimensão dramática e no simbolismo que pretende transmitir. Tudo isso entra em choque com o modernismo dos arranha-céus ou a vertente Gossip Girl que os personagens teenager injectam no embrulho da série. Mas é isso que a torna, com apenas dois episódios, um objecto deslumbrante. A forma como a história, afinal, se repete. Nas ruínas de um coliseu, ou dentro de uma limusina.

O triunfo de um piloto perfeito já ninguém lhe tira. Vamos ver se há fôlego para o resto da temporada. Ah e Ian McShane, como King Silas, é de um poder ao alcance de poucos.
posted by not_alone @ 3:46 da manhã   2 comments
terça-feira, março 17, 2009
Gran Torino

Há filmes assim, que nos tocam onde nenhum outro filme o conseguiu. Que nos atingem o âmago e nos desfazem. Que significam muito mais do que aquilo que se vê no grande ecrã. Que permite que, por 2 duas horas, nos sintamos novamente acompanhados como dantes…

Gran Torino é divertido, dramático, cruel, altruísta, negro e esperançado. É um filme sobre a redenção, a vida, a fé, a solidão, o patriotismo e amizade. Tudo condensado numa obra extraordinária que, a confirmar-se o adeus de Eastwood à representação, é a mais bela despedida da história do cinema E aquele final, com Clint cantar a música que escreveu com Jamie Cullum, é das coisas mais arrebatadoras e dilacerantes que tive a oportunidade de ver numa sala de cinema. Obra-prima.
posted by P.R @ 2:31 da tarde   9 comments
segunda-feira, março 16, 2009
Grande Momento: Half Nelson
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Um belo momento de um belo filme, ao som da Lover's Spit dos Broken Social Scene.
posted by Carlos Pereira @ 6:47 da tarde   2 comments
Jeff Buckley e Regina Spektor. Dois lançamentos a não perder.


Em primeiro lugar, se há um notícia que mete Jeff Buckley ao barulho, eu quero partilhar. Desta vez, um novo lançamento. A 2 de Junho sai Grace Around The World. Um CD/DVD com actuações ao vivo com o mesmo alinhamento dessa obra prima que dá pelo nome de Grace. Só sai Corpus Christi Carol e entra What Will You Say para o lugar dela.



Noutra notícia sem qualquer relação, descobri que em meados de Junho sai para as lojas o sucessor de Begin To Hope, o último de originais da criativa Regina Spektor.

Este ano aproxima-se rapidamente de um grande ano musical.
posted by not_alone @ 5:46 da tarde   0 comments
quinta-feira, março 12, 2009
The Dead Weather: A nova super-banda!


Confesso, sou fã das chamadas "super-bandas". O que pode correr mal quando um grupo de gente talentosa se junta só pelo gozo de fazer música?

The Dead Weather junta Jack White (White Stripes), Alison Mosshart (Kills), Jack Lawrence (Raconteurs) e Dean Fertita (Queens of the Stone Age).

Esperamos ansiosamente por Junho, data em que editam o primeiro álbum: Horehound. Até lá, aqui ficam dois avanços:






P.S. Alguém que os apanhe já para um festival de verão...
posted by not_alone @ 3:24 da tarde   2 comments
terça-feira, março 10, 2009
Filme do mês | Fevereiro

Pedindo desculpa pelo atraso, segue os destaques do mês

Ana Silva The Reader

Apesar de não ter visto ainda o The Wrestler, que parece ter conseguido amolecer até os corações mais frios, este mês a minha escolha é O Leitor. Olhando a 'concorrência', é o filme que mexeu mais comigo, que me envolveu mais, que me abriu a porta para entrar. Uma história de amor, de luta, que nos mostra o quão valioso é vivermos de consciência tranquila. Mais do que isso, mostra como alguém pode determinar o nosso caminho, e continuar connosco até ao fim. Mostra-nos até que ponto pode ir a vergonha de alguém, ou a vergonha de alguma coisa. Kate Winslet mereceu mesmo este Óscar.

not_alone Slumdog Millionaire

Eu fiquei rendido. Comprei toda a visão de conto de fadas imundo que Danny Boyle nos quis contar. Tremi com a emoção que o filme transmite, na vida que transpira. No seu exagero das cores fortes, das músicas ritmadas, da acções rápidas. E das emoções simples. Bollywood entrou por Hollywood a dentro e deixou-nos de boca aberta. A salivar por mais.

Paulo The Wrestler

Darren Aronofsky deixou de lado todos os delírios visuais que nos habituámos a adorar no seu cinema, para nos oferecer uma abordagem mais realista, centrada na vida de um lutador de wrestling em declínio. E o resultado consegue superar a já evidente genialidade dos seus filmes anteriores, resultando aqui num dos mais duros e comoventes títulos dos últimos anos. E tal como já antes havia feito com muito boa gente, Aronofsky volta a arrancar memoráveis interpretações do seu elenco, em especial de Mickey Rourke, no papel de uma vida. Um murro no estômago em que tudo soa a verdadeiro.

P.R. Rachel Getting Married

Tendo me escapado o The Wrestler, e não tendo sido atingido pela euforia "milionária", o meu destaque de Fevereiro vai para um pequeno filme recheado de grandes momentos e de uma complexidade dramática que espantará aqueles que, como eu, pensem que vão ver apenas o filme que deu uma nomeação à sua actriz. E se é verdade que Anne Hattaway está brilhante (juro que nunca pensei dizer isto sobre ela), não é menos mentira que ela é apenas uma das virtudes de um filme que se revela um portentoso retrato de uma familia despedaçada. Último apontamento para elogiar Rosemarie Dewitt: na minha opinião a melhor actriz secundária até ao momento.

Duarte The Wrestler
Há filmes que nos desarmam as defesas emocionais por completo. "The Wrestler" é um desses casos, um filme que se despe por completo perante o espectador, que mostra o lado menos bonito da vida, que nos contorce com a sua crua noção de humanidade e que nos comove com a interpretação colossal de Rourke. Adoptando uma perspectiva quase documental, é-nos dado a conhecer Randy "The Ram", uma acabada estrela de wrestling, em luta contra as suas memórias e em conflito com o seu presente, incapaz de encarar a inevitabilidade da sua solitária e desencantada existência. Uma obra que pertence a um actor, e um actor que nos parte por completo o coração.

P. Slumdog Millionaire

Talvez o filme mais consensual dos últimos anos. De Bafta a Oscar, passando por prémios de crítica e boa receita de bilheteira. Um portento visual, uma imagética própria a dar ritmo a cada instante do filme. MIA com as batidas de serviço e uma panóplia de actores totalmente desconhecidos do grande público a mostrar, mais uma vez, que o talento não está apenas nos grandes nomes (e cachets elevados). Para o bem e para o mal, o filme que venceu este ano o Oscar nada tem a ver com os vencedores de anos anteriores. E o espectador pode sorrir. Porque um grande filme também se faz assim, com imagens brutas e a brincar, com histórias de amor incomuns num ambiente bem sujo, com clichés honestos e bem enquadrados. O primeiro fenómeno e um dos filmes do ano está encontrado.

Carlos Pereira The Wrestler

Não se sabia o que esperar após "The Fountain", esse desesperante, derradeiro e transcendente objecto sobre o amor. Aronofsky muda o tratamento formal para um acutilante realismo, mas o que o move são precisamente as mesmas ideias sobre a grandeza do ser, do amar e do ser amado. Uma luta constante, num mundo de ambições em que maioritariamente se é forçado a conviver com os erros e a solidão. E é isto enquadrar, é isto ter ideias precisas sobre uma vida que, em última instância, representa todas as nossas. São obras como "The Wrestler" que nos fazem repensar as coisas num pós-visionamento, e que nos fazem voltar à radical pergunta: o que é o cinema? O cinema, diria, só pode ser isto.

Ursdens The Wrestler

Aronofsky num registo singular até à data. Uma interpretação notável de um actor há muito afastado dos grandes palcos, uma associação entre o personagem e o actor, como o próprio aliás confessa. Rourke no filme de Aronofsky é um pouco a simbiose do que fora Kinsky em Aguirre e Bruno S. em Stroszek para Herzog. O papel foi feito à sua medida, nada mais havendo a dizer. Quanto ao filme em si, soberba a forma crua com que é abordada a vida de um personagem que cometeu sucessivos erros, num percurso que era o dele e nada mais. Uma comovente história verídica.

posted by P.R @ 10:14 da tarde   15 comments
Daldry e as sonoridades
The Reader é um objecto peculiar. Bons actores, excelente argumento e uma banda sonora que consegue enfatizar, e de que maneira, os momentos mais densos e pejados de emoção no filme. Stephen Daldry consegue três longas metragens de bastante qualidade e vai-se afirmando como um realizador de bons filmes, embora me pareça que Daldry sem som não seria Daldry.

Em Billy Elliot, sonoridades britânicas alternadas com alguma música clássica, naquele que é, senão um filme musical, algo muito próximo disso.

Em The Hours, o toque de Philip Glass a abrilhantar todos os momentos de intensidade dramática.

Em The Reader, Nico Muhly, esse génio musical que empresta qualidade a tudo o que faz.

Em Suma, Daldry consegue sempre bons actores, bons argumentos e excelentes bandas sonoras, embora naquilo em que se devia destacar (a realização) vá deixando algo a desejar...

Deixo-vos com dois vídeos: Um concerto de Muhly em que o mesmo interpreta a banda sonora de "The Reader" e um outro vídeo que tinha prometido há uns tempos e que apenas não tinha postado por ainda não se encontrar disponível.



video video
posted by Ursdens @ 6:57 da tarde   2 comments
sexta-feira, março 06, 2009
Mais um tesourinho Youtube
Vi ontem o Watchmen. Em breve falaremos sobre isso. Entretanto, há esta deliciosa montagem referente ao final do Watchmen. É um chamado major SPOILER, portanto se ainda não leram a graphic novel nem viram o filme, não vejam este vídeo. Para quem pode ver ou não se importa de saber o final do livro e o final alternativo de Zack Snyder, fica aqui a opinião de... Hitler... (sim, leram bem) sobre o caso.


posted by P. @ 10:52 da manhã   1 comments
quinta-feira, março 05, 2009
Pela manhã, uma espécie de interlúdio.
Manhã.
"Reprodução aleatória" num leitor a transbordar de músicas. Cá estava ela. Há pequenos fenómenos que surgem tipo furacão. De impacto curto mas violento. Estão lá num dia e no dia seguinte já se foram.
Esta é de origem aparentemente geeky, com riffs simples e bem orelhuda. Hoje apanhou-me desprevenido, desejando ser recordada. Que seja então. Ou melhor, whatever...


posted by P. @ 9:37 da manhã   0 comments
quarta-feira, março 04, 2009
Grande Momento | Dirty Dancing



Em nome dos velhos tempos. Porque há grandes momentos que ficam na memória de muitos, e que, mesmo por breves instantes, surgem em alturas em que tudo se torna perfeito. E também porque há alturas em que o 'time of my life' é apenas um dia (ou quatro). Enjoy your lifetime.

posted by Ana Silva @ 4:25 da tarde   0 comments
E o próximo filme-sensação é...
posted by P.R @ 3:52 da tarde   4 comments
terça-feira, março 03, 2009
Eels de regresso


Uma das bandas mais interessantes do panorama indie está de regresso aos originais. 4 anos depois do portentoso Blinking Lights and Other Revelations, surge Hombre Lobo. Um conjunto de 12 músicas gravadas no estúdio de Mark Oliver Everett, Mr. E himself.

O CD sai a 2 de Junho e não aceitamos nada menos do que um dos melhores do ano.
posted by not_alone @ 4:43 da tarde   2 comments
 

takeabreak.mail@gmail.com
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