terça-feira, setembro 30, 2008
Valkyrie
Depois de muitos avanços e recuos, muitos elogios, tantas ou mais críticas e muita controvérsia envolvendo Tom Cruise, eis que Valkyrie, de Bryan Singer (o mesmo de Suspeitos do Costume) se apresenta ao mundo com um poster e um trailer magníficos.




A história é simples e verídica: Claus von Stauffenberg, o homem mais novo a receber o título de coronel, junta-se a outros oficiais alemães num plano que tem como objectivo assassinar Hitler e por fim ao período nazi. No entanto, e pelo que se percebe num dos melhores trailers do ano, este será um filme complexo que incidirá nas dúvidas e receios de Claus perante a sua família e o acto que sente que tem de cometer. Tudo isto está bem espelhado numa das suas célebres frases: “ se eu conseguir, serei chamado pelo povo alemão de traidor, mas se eu não conseguir, estarei traindo minha consciência”.

Valkyrie tem, do meu ponto de vista, imenso potencial. Escalado para estrear a 26 de Dezembro o objectivo é claro: Oscars. Aparentemente tem tudo para o conseguir. Mas várias questões se levantam: Será com este filme que Tom Cruise passará, novamente, a ser mais falado pelos seus filmes do que pela cientologia? Será o regresso de Singer aos grandes filmes depois do espalhanço com Superman Returns? A confirmar no início do ano.
posted by P.R @ 11:16 da manhã   1 comments
sábado, setembro 27, 2008
Paul Newman R.I.P.



Morreu uma das maiores lendas vivas da 7ª Arte. O Blue Eyes. O Cool Hand Luke. O Butch Cassidy. O Eddie Felson. Pessoalmente, foi dos actores que mais marcou a minha cinefilia. Mais um dos grandes que nos abandona. Rest In Peace Paul Newman.
posted by The Stranger @ 3:33 da tarde   1 comments
Verão musical

Não deixa de ser curioso notar que os feel-good movies deste Verão e do Verão passado sejam musicais... Será uma moda para durar? Apesar das falhas dos filmes em causa, devo dizer que a ideia não me é de todo desagradável. Hairspray e Mamma Mia! têm momentos que irradiam tanta boa-disposição que tornam o seu visionamento num tempo de descontracção e desbragada alegria.
posted by H. @ 11:17 da manhã   3 comments
sexta-feira, setembro 26, 2008
Imago - International Young Film Festival

Por solicitação do Pedro Pina, e uma vez que resido e sou "quase" natural do sítio onde decorre o evento, proponho-me fazer uma breve resenha sobre o festival, de forma a que todos os leitores do Take a Break possam estar devidamente inteirados acerca do mesmo.

O Imago é um festival multidisciplinar que surgiu, já há alguns anos (1998), na cidade da Covilhã. Entretanto, e fruto de uma série de "guerras políticas", chamemos-lhes assim, o festival transferiu-se para a cidade do Fundão, onde já "mora" desde 2004.

Em primeiro lugar, dizer que este não é um qualquer "mini-evento" que se realiza na província..., é um verdadeiro festival, organizado por gente que "sabe fazer" e "faz bem"!

O Festival concentra-se, acima de tudo, nas curtas. Há uma "competição internacional", uma competição "under 25" e uma competição "Doc's in shorts". Ou seja, sempre curtas metragens!

A estas competições juntam-se outros capítulos e secções do festival. Um deles (aquele a que, via de regra, mais atenção dou) costuma chamar-se "Early Years" e dedica-se à mostra das obras embrionárias, algumas pouco divulgadas, de realizadores consagrados. Em anos anteriores já tivémos a possibilidade de assistir às primeiras obras de Martin Scorsese, Clint Eastwood, Terry Gilliam, entre outros... Este ano esse capítulo muda de nome e chama-se "Godard arround 68"... Serão exibidos "Un film comme les autres", "La Chinoise" e "Made in USA".

Outro dos capítulos do festival, que o ano passado segui com muita atenção, é a secção dos documentários sobre música, este ano dedicada a D.A. Pennebaker e Julien Temple.


À noite as coisas mudam de figura e é a vez de um outro festival entrar em acção, o "Sound and Vision Experience". Aqui dá-se especial relevo à música, seja através de concertos, dj set's ou live acts... Já tivémos no Fundão nomes como Erlend Oye dos Kings of convenience, Alex das Chicks on Speed, Andy Votel, El Perro Del Mar, Casiotone for the Painfully Alone, Kid Koala, Kid Loco, Andy Smith dos Portishead, entre muitos outros...

Este ano, destaque para o concerto dos "Principles of Geometry", logo no dia da abertura do festival, para o concerto de Joakim com a sua banda e para os Dj set's da editora Tigersushi. A moagem (espécie de centro cultural da cidade do Fundão) promete aquecer pela noite dentro, havendo motivos de sobra para não faltar ao festival.


Em suma, dir-se-á que o Imago é um festival bastante eclético e muito bem organizado, que não fica atrás de festivais organizados em grandes cidades europeias, tanto pela qualidade e diversidade da programação, como pelo "saber fazer" com o qual os seus organizadores nos presenteiam todos os anos!

Para mais informações visitem o site ou o blog do festival e não deixem de aqui dar um pulinho, caso tenham ficado agradados com a ideia!
posted by Ursdens @ 3:25 da tarde   0 comments
quinta-feira, setembro 25, 2008
Grandes Momentos | Herman Enciclopédia
Eu sofro disto. Não é por mal, mas de vez em quando não há nada como uma p*** de uma asneira para aliviar o espirito.

Isto são grandes momentos de televisão.



P.s. Peço desculpa pela fraca qualidade do vídeo, mas percebe-se a ideia :P
posted by not_alone @ 8:23 da tarde   6 comments
Morphine | The Night

O primeiro Blitz que comprei na minha vida (no tempo em que ainda era um jornal que passava de mão em mão, pela mesa do café) trazia na primeira página uma foto de Mark Sandman, o vocalista dos Morphine.

Ainda demorei alguns anos até descobrir The Night, o quinto álbum da banda, numa altura em que infelizmente Sandman já morrera, tornando-o um daqueles artistas que nos deixam com a sensação amarga de que ainda havia muito por descobrir. The Night é também o álbum que conheço melhor deles, e é certamente uma das suas maiores obras. Lançado em 2000, o trio que forma Morphine explorou neste álbum uma enorme variedade de sons. Mais instrumentos, coros, uma panóplia de gestos que intensificam a experiência que este álbum, em última instância, é: uma viagem.

É daqueles álbuns que deve ser ouvido de seguida, sem uma única falha na ordem das músicas. Só assim se contempla os cenários que a banda terá imaginado, fechada no seu estúdio. A música que dá nome ao álbum, para além de Souvenir, ou A good woman is hard to find, são só algumas das peças que enriquecem esta viagem. The night; sons de um rock triste, sem nunca perder o ritmo, com um saxofone que lembra o melhor do jazz, e que rasga o silêncio sem piedade.

Este é um álbum especial, fica aqui a sugestão.


posted by P. @ 3:49 da tarde   0 comments
quarta-feira, setembro 24, 2008
Os dez possíveis primeiros...
Como é da praxe, aqui segue o meu "possível" top 10. Deixar de fora filmes como "os 400 golpes", "straw dogs", "pierrot le fou", "lágrimas e suspiros" ou "alemanha ano zero", entre muitos outros, dá-me uma dor de alma que nem imaginam... Mas seja..., praxe é praxe! :)




1º- O Piano (Jane Campion – 1993)
2º- 30 anos esta noite (Louis Malle – 1963)
3º- Taxi Driver (Martin Scorsese -1976)
4º- 2001 Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick – 1968)
5º- Apocalypse Now (Francis Ford Coppola – 1979)
6º- Cenas da Vida Conjugal (Ingmar Bergman – 1973)
7º-Lost in Translation (Sofia Coppola – 2003)
8º- 1900 (Bernardo Bertolucci – 1976)
9º- A vida sonhada dos anjos (Erick Zonca – 1998)
10º- The Graduate (Mike Nichols – 1967)
posted by Ursdens @ 2:36 da tarde   1 comments
terça-feira, setembro 23, 2008
Top 10...
Muito me apraz pertencer presentemente à equipa do Take a Break, blog cultural que sempre estimei. Espero, sinceramente, estar à altura do desafio. Como é da praxe, aqui fica o top 10 dos meus filmes preferidos. Dois deles – o do Ford e o do Kazan – vi-os bastante recentemente, mas entraram directamente para a lista pelo impacto cinéfilo que tiveram em mim. Os outros mantêm-se há já algum tempo. Lista subjectiva, claro, que não existe essa coisa da universalidade do pensamento.



1. The Fountain, de Darren Aronofsky
2. Rebel Without a Cause, de Nicholas Ray
3. How Green Was My Valley, de John Ford
4. Splendor in the Grass, de Elia Kazan
5. L'Année dernière à Marienbad, de Alain Resnais
6. American Beauty, de Sam Mendes
7. La Maman et la Putain, de Jean Eustache
8. Dogville, de Lars von Trier
9. Sunrise, de F.W. Murnau
10. Taxi Driver, de Martin Scorsese

posted by Carlos Pereira @ 11:43 da tarde   7 comments
Os 10 de P.
Serei então o primeiro desta nova vaga de colaboradores a apresentar-se ao serviço. O meu olá a todos, o meu obrigado aos novos colegas. Como novato neste blogue, há que respeitar a hierarquia e cumprir a praxe. Apresento-vos o meu top 10 de cinema.



1 – A Clockwork Orange; Stanley Kubrick
2 – Oldboy; Chan-wook Park
3 – Apocalypse now; Francis Ford Coppola
4 – Full Metal Jacket; Stanley Kubrick
5 – Underground; Emir Kusturica
6 – C’era una volta il West; Sergio Leone
7 – The Godfather I e II; Francis Ford Coppola
8 – Star Wars; George Lucas (a trilogia original, mais concretamente Empire Strikes Back, realizado por Irvin Kershner)
9 – Paris, Texas; Wim Wenders
10 – Trainspotting; Danny Boyle
posted by P. @ 3:22 da tarde   8 comments
7º Elemento! E 8º? E 9º? Estamos loucos!
Tal como tinhamos prometido, após uma exaustiva busca, encontrámos o(s) nosso(s) novo(s) elemento(s). As candidaturas superaram todas as nossas expectativas, quer na quantidade quer, especialmente, na qualidade. Por esse motivo, o nosso obrigado público a todas as pessoas que mostraram interesse em querer fazer parte do blog. Sentimos, a partir de agora um peso maior sobre os nossos ombros.

Mas, para nos ajudar a carregar esse peso, passamos a revelar os 3! novos membros que, e seguindo a praxe, se irão apresentar brevemente e postar o seu top 10 de filmes de sempre.

São eles, por ordem alfabética:

Carlos Pereira (http://stranger--than--paradise.blogspot.com/)

P.

Projector do Sótão (http://projectordosotao.blogspot.com/)

Apresentados que estão, vamos ao que interessa: ao trabalho!
posted by not_alone @ 12:12 da tarde   2 comments
segunda-feira, setembro 22, 2008
Trailer de Revolutionary Road

Isto tem muito bom aspecto. Ou muito me engano, ou estamos diante do Little Chidren deste ano. Com tudo o que isso tem de bom.

posted by P.R @ 12:58 da tarde   1 comments
Emmys | vencedores

Melhor Drama: Mad Men.

Melhor Comédia: 30 Rock

Melhor Apresentador de Reality-Show: Jeff Probst, por Survivor

Melhor Actriz em Comédia: Tina Fey, 30 Rock

Melhor Actor em Drama: Bryan Cranston, Breaking Bad

Melhor Actriz em Drama: Glenn Close, Damages

Melhor Actor em Comédia: Alec Baldwin, 30 Rock

Melhor Actor em Mini-série/Telefilme: Paul Giamatti, John Adams

Melhor Argumento em Drama: Mad Men

Melhor Realização em Drama: House

Melhor Performance em Programa de Variedades: Don Rickles, The Don Rickles Project

Melhor Mini-série: John Adams

Melhor Reality-Show: The Amazing Race

Melhor Actriz Secundária em Mini-série/Telefilme: Eileen Atkins, Cranford

Melhor Realização em Mini-série/Telefilme: Recount

Melhor Actor Secundário em Mini-série/Telefilme: Tom Wilkinson, John Adams

Melhor Telefilme: Recount

Melhor Programa de Variedades: The Daily Show with Jon Stewart

Melhor Argumento Comédia: 30 Rock (”Cooter”, por Tina Fey)

Melhor Realização Comédia: Pushing Daisies

Melhor Actriz em Mini-série/Telefilme: Laura Linney, John Adams

Melhor Argumento Programa de Variedades: The Colbert Report

Melhor Actriz Secundária em Drama: Dianne Wiest, In Treatment

Melhor Actor Secundário em Drama: Zeljko Ivanek, Damages

Melhor Actriz Secundária em Comédia: Jean Smart, Qual Samantha?

Melhor Actor Secundário em Comédia: Jeremy Piven, Entourage
posted by P.R @ 11:18 da manhã   1 comments
domingo, setembro 21, 2008
Emmys: Two and a Half Men


Infelizmente, Two and a Half Men é a única série que nenhum membro do Take A Break viu. Ainda assim, não quisémos deixar de a mencionar tendo em conta que também está nomeada para melhor série de comédia. Dito isto, sabemos apenas que a série vive do seu protagonista, Charlie Sheen (um dos mais bem pagos da tv) e que, aliás, também se encontra nomeado para a categoria de melhor actor. O plot é simples, um conhecido compositor de jingles vê a sua vida mudar radicalmente depois do seu irmão e sobrinho se mudarem de malas e bagagens para sua casa. Depois disto... ficamos à espera que os leitores do blogue nos expliquem o porquê de tanto sucesso. 
posted by not_alone @ 10:12 da tarde   0 comments
Emmys: Mad Men


Um drama sobre uma das mais prestigiadas agências de publicidade de Nova Iorque, no início dos anos 60. Donald Draper é uma dos génios da empresa e uma figura que depressa associamos à época. Misterioso, calmo, decidido, mas, invariavelmente perdido. Os anos 60, vistos através de uma visão ambígua, a desafiar a constante inocência e bondade, que tantas vezes os associamos a este período. Talvez o único problema de Mad Men seja levar-se demasiado a sério. Um pouco de descontração, de pausa da intrínseca rede de emoções que seguram a série tornavam o conjunto mais agradável, não tão enfadonho de ver, por vezes. Ainda assim, aconselho vivamente a darem uma espreitadela. 
posted by not_alone @ 3:15 da tarde   0 comments
Emmys: Boston Legal


Pensavam que David E. Kelly não ia sair da sombra de Ally McBeal? Enganam-se. Boston Legal é tão boa ou, atrevo-me a dizer, por vezes melhor do que Ally McBeal. A estrutura é semelhante: firma de advogados, figuras caricatas, e os casos mais disparatados do mundo. Mas há diferenças que... fazem toda a diferença. A química dos protagonistas (James Spader e William Shatner) é um dos maiores motores da série. É uma pequena delícia a última cena de cada episódio: uma conversa a dois, regada por um copo de wisky e acompanhada de um charuto. Nunca nos cansa. E se há algo que destaca Boston Legal da maior parte das séries, é a forma como a realização arrojada é, por si só, uma marca de destaque. Reconhecemos a série só pela forma como a camâra se mexe, pelos seus zooms exagerados ou pelas rápidas mudanças de planos. É a técnica ao serviço da arte, num casamento perfeito.
posted by not_alone @ 5:18 da manhã   1 comments
sábado, setembro 20, 2008
Emmys: Entourage
Vincent Chase (Adrian Grenier) é o jovem actor que caminha em direcção do estrelato na cidade dos sonhos e pelo caminho vai dormindo com as mulheres mais atraentes de Hollywood. Ele, mais o seu grupo de fieis amigos – o meio-irmão Johnny Drama (Kevin Dillon) é um actor menor à procura da sua grande oportunidade, isto apesar de estar já perto dos 40 anos; Turtle (Jerry Ferrara) pouco faz além de aproveitar ao máximo o estilo de vida de Los Angeles e, finalmente, Eric (Kevin Connolly), o mais próximo de Vincent que, acima de tudo, quer vingar na indústria e ao mesmo tempo poder afastar-se da sombra do maior amigo. São estas as “vidas em Hollywood” de que fala o título da edição portuguesa em DVD (tem outro título na edição televisiva - A Vedeta, apesar de tudo menos adequado, porque a série vai para além da vedeta), e são estas as personagens que vamos acompanhando já em plena quinta temporada.

Escusado será dizer que a indústria do cinema e o seu lado mais superficial são explorados e satirizados até à exaustão (especialmente na figura de Ari Gold, o agente de Vincent e, sem dúvida, o melhor de toda a série, interpretado por esse poço de energia hilariante que é Jeremy Piven). Mas a série em sí, ao contrário do que possa parecer, não se leva demasiado a sério, e mergulha ela própria nessa celebração da superficialidade hollywoodesca, residindo aí a sua principal virtude. Há quem classifique esta como o Sexo e a Cidade para homens, e tal afirmação nem é de todo despropositada, salvo as devidas diferenças, mas a verdade é que Entourage não quer mais do que ser uma leve e descomprometida série de entretenimento, algo que consegue sem grande esforço, especialmente pela astúcia de alguns diálogos e pela exploração de situações cómicas envolvendo as nossas ideias pre-concebidas sobre as celebridades. Aliás, não há episódio que não esteja povoado por um sem número de cameos de pessoas da indústria interpretando-se a si próprias (Jessica Alba, Paul Haggis, Ralph Macchio – imperdível – Mandy Moore, James Cameron e muitos outros), ou actores interpretando personagens muito próximas de outras bem conhecidas (o Harvey é uma versão hilariante do mítico Harvey Weinstein e uma das favoritas pessoais).

A quarta temporada, no entanto, acabou por se revelar a mais desequilibrada de todas e, se é verdade que começa e termina muito bem – com um primeiro episódio em jeito de making of do mais recente filme de Vincent, uma espécie de paródia a Scarface, e um último episódio que culmina com a apresentação desastrosa do mesmo filme no Festival de Cannes), os episódios intermédios são os mais fracos de toda a história da série, embora seja sempre divertida. A quinta temporada, acabada de principiar por terras americanas, promete voltar a melhores dias, embora ainda se sinta um pouco a sombra de episódios menos bons. Este ano, a série surge nomeada para dois Emmy, ambas na categoria de Melhor Actor Secundário em Comédia, com Jeremy Piven e Kevin Dillon novamente na corrida. O primeiro já venceu o prémio nos dois anos anteriores pelo mesmo papel, e o segundo é nomeado pela segunda vez e, sejamos sinceros, ambos são presenteados, todas as semanas, com as melhores linhas de diálogo, que debitam na perfeição. Mais justo do que isto, apenas se ambos pudessem ganhar...
posted by Juom @ 4:30 da tarde   1 comments
quinta-feira, setembro 18, 2008
Emmys | Damages


Como já tive oportunidade de dizer no blogue, a 1º temporada de Damages é realmente sublime. Desenhada de forma singular, no panorama televisivo, os fãs da série seguem a primeira temporada sem perceber muito bem as fronteiras entre os bom e os maus. É uma série inteligente na construção de personagens tridimensionais que, ao contrário do que acontece em muitas outras, fogem completamente dos estereótipos e avançam na sua complexidade.

Apontada como das grandes surpresas de 2007, Damages conseguiu ainda nomeação para Melhor Actriz em Drama (Glenn Close) e dois nomeados para Melhor Actor Secundário em Drama (Ted Dandson e Zeljko Ivanek). De fora, de forma "criminosa", ficou Rose Byrne que é para mim a revolução da temporada.

No entanto, e mesmo com todo este sucesso, Damages preparou a 2º temporada de forma fantástica. Para além de todos os nomes anteriores, juntou-se ao elenco nada mais nada menos que William Hurt e Marcia Gay Harden, dois actores poderosíssimos que, aliás, já vimos este ano a contracenar no notável Into the Wild. Juntando a isto o rumo dos acontecimentos no final da temporada, e estão lançados os dados para que Damages continua a dar cartas no panorama televisivo.
posted by P.R @ 2:20 da tarde   1 comments
Emmys: Curb your Enthusiasm

A mente que criou Seinfeld resolveu fazer uma sitcom (ligeiramente) baseada na sua vida real. A sua figura, de homem em permanente crise de meia-idade resultou muito bem nas primeiras temporadas. Ao fim de 7!!! anos na vida de Larry David, estamos todos prontos para andar para a frente. Não que a série seja má, pelo contrário, é um registo que eu gosto, este o da "comédia da vida real", mas com o enchurrilho de novas séries a estrear todos os anos, algumas estão destinadas a ficar para segundo plano. Desculpa Larry, mas a Sarah Connor, o Dexter Morgan e a Nancy Botwin são consideravelmente mais interessantes.
posted by not_alone @ 12:52 da tarde   3 comments
quarta-feira, setembro 17, 2008
Grandes Momentos | Gösta Berlings Saga

1924. O cinema sueco, um dos mais singulares dos cinemas mudos, estava num auge. Como etérea protagonista uma estrela em ascensão, que em breve Hollywood consagraria a nível mundial: Greta Garbo. Por detrás das câmaras o mago que a revelou, como Sternberg revelaria Marlene Dietrich: Mauritz Stiller. Como base uma obra de Selma Lagerlöf, escritora do amor, da morte e da redenção, primeira mulher a receber um Prémio Nobel da Literatura.
Falo de Gösta Berlings Saga que descobri em dvd, em todo o seu esplendor de três horas. De todos os momentos, a decisiva travessia dos amantes no gelo foi o que mais me impressionou. Uma cena de uma sensualidade avassaladora, dos mais singulares picos do cinema mudo que vi até hoje. Partilho-o aqui convosco, exortando à descoberta deste filme extraordinário.

posted by H. @ 10:15 da tarde   3 comments
Emmys: The Office


Steve Carell começou na televisão. Presença regular no noticiário The Daily Show, deu tanto nas vistas que se aventurou sozinho. Depois de algumas bem sucedidas comédias no cinema, o actor regressou à televisão, claramente um mundo que domina como ninguém. Primeiro o seu timing cómico funciona muito melhor num formato de curta-duração, que nos deixa sempre a salivar por mais um episódio. Depois, porque sabe dar espaço suficiente ao elenco secundário para brilhar. É essa a maior diferença de The Office americano para o original Inglês. Steve Carell, sendo a figura de proa da série, acaba por ser a menos interessante. (Não menos cómica, só menos aprofundada). É nos personagens secundários que vamos beber mais pormenores deliciosos, que acabam por tornar The Office uma série de culto. Apesar de baseada num conceito existente, adapta-o à realidade americana e ao tipo de humor a que eles estão mais habituados. A demência que caracterizava a versão inglesa é aqui suavizada para um humor quase rústico, desengonçado, que destaca a série da sitcom banal. 
posted by not_alone @ 11:57 da manhã   1 comments
terça-feira, setembro 16, 2008
7º Elemento
Acabou ontem o prazo de envio de candidaturas para 7º elemento do Take a Break. Vamos agora ler tudo com muita atenção e nos próximos dias revelaremos o nome do novo colaborador. Porém, gostaríamos desde já de agradecer a todos os participantes. Vai ser uma tarefa muito complicada escolher apenas um. Ate já.

A equipa Take a Break.
posted by P.R @ 10:01 da manhã   0 comments
segunda-feira, setembro 15, 2008
Sondagem - Balanço
E o melhor festival de música para os visitantes do Take a Break é:

Por um voto, Rock in Rio é considerado o melhor festival português. Em segundo lugar, com 15 votos surge o Optimus Alive. Não deixa de ser curioso que dois dos festivais mais recentes tenham conquistado os primeiros lugares.

Em seguida temos o Paredes de Coura (12 votos), Sudoeste (com 6 votos) e a opção "Outro" com 4 votos. De realçar também que Marés Vivas, SuperBock SuperRock, SuperBock Surf Fest e Delta Tejo não tiveram qualquer preferência.

Encerrada uma sondagem, lançamos já os dados para a próxima. Qual é a vossa série preferida da actualidade? São várias e diferentes as alternativas. Comecem já votar, daqui a um mês divulgaremos os resultados.

Ps - Na opção "Outra" podem mesmo escrever a vossa escolha!

posted by P.R @ 12:04 da tarde   5 comments
Emmys: Lost

Sem qualquer espécie de contenção, sou dos que afirma que Lost é a melhor série televisiva da actualidade. Sim, eu sei perfeitamente que muitos espectadores assíduos foram perdendo o interesse, algures entre o final da segunda temporada e a primeira parte da terceira, mas pessoalmente a minha atenção e devoção foram de completo crescendo até ao fulminante final da quarta temporada. Acima de tudo, destaca-se a sua total e completa capacidade de reinvenção, onde muito mais do que tantar criar surpresas constantes ao espectador, Lost renova-se a cada temporada e, aqueles que têm seguido a série com interesse, devem olhar para trás e pensar no quão “normais” eram os primeiros episódios quando comparados com a complexidade entretanto criada.

Mas, para além de tudo isto, as personagens são sempre o centro das atenções, e aquilo que mais contribui para o sucesso da série. Isto porque nunca adiantaria de muito andar tanto tempo por esta ilha a acompanhar gente desinteressante, daí os seus criadores nos oferecerem verdadeiras personagens, com a complexidade e riqueza psicológica ao nível do melhor que se faz. Quem julga que sabe o que vai encontrar nesta série com base numa qualquer sinopse está, pois, redondamente enganado, e cada temporada tem-se revelado totalmente diferente da anterior, onde quer a nível temático, quer a nível narrativo, tudo está em constante mutação.

Quanto à temporada em questão, que agora surge nomeada para dois Emmys, tratou de confirmar o seu crescendo, conseguindo mesmo incluir alguns dos melhores episódios de toda a série, incluindo “The Constant”, algo que não só leva ao limite a manipulação narrativa e cronológica da série, como confirma definitivamente o arrojo dos seus criadores que, afastando-se completamente da banalidade das fórmulas televisivas, nos oferece algo nunca antes visto numa série desta envergadura. E, como não poderia deixar de ser, tudo termina de forma comovente e intrigante. Acção, aventura, drama, ficção científica e mesmo terror, e aqui está o que de melhor a televisão tem para nos oferecer. Entretém e desafia o espectador, o que, no panorama televisivo (e mesmo cinematográfico) mundial, é uma raridade. A quinta temporada está a caminho e, a julgar pelo anterior final, as cartas serão novamente lançadas e tudo será diferente. We need to go back!
posted by Juom @ 11:38 da manhã   8 comments
domingo, setembro 14, 2008
Emmys: Dexter

Dexter é uma série bastante especial no panorama actual. A novidade é fazer com que o espectador simpatize com o seu protagonista, nada mais nada menos que um assassino em série, uma composição intrigante de Michael C. Hall, bem secundado por personagens que oscilam entre o simpático e o irritante. Dexter consegue levantar, só pela sua ideia base, interessantes questões ao espectador.
Se a primeira temporada, sobretudo nos últimos episódios, soube construir teias entre as personagens de forma tão subtil como brutal, a segunda soube capitalizar a evolução dos desenlaces da primeira, contando com uma nova presença de força: Keith Carradine. A terceira season começa no final deste mês nos Estados Unidos e a expectativa é considerável, dada a forma aparentemente sem pontas soltas como terminou a segunda.
Não sou uma incondicional do mundo das séries, cujas novidades sigo de forma bastante esporádica e lacunar, mas Dexter conseguiu manter a minha atenção nas duas séries, tamanha é a peculiaridade do seu protagonista e a forma, progressivamente mais cativante, como foi trabalhado o argumento dos episódios.
posted by H. @ 3:30 da tarde   5 comments
sexta-feira, setembro 12, 2008
Emmys: House
Numa espécie de antevisão à cerimónia de entrega dos Emmys, dia 21, o Take a Break irá apresentar todos os dias um pequeno texto sobre cada uma das séries que estão nomeadas nas categorias de comédia e drama. Como anfitrião temos o médico mais brilhante e antipático da televisão: Dr. House.




Nunca fui um acérrimo fã de House. Não sei títulos de episódios de cor, não me lembro qual era a doença da senhora estrábica e nem tão pouco me recordo de um episódio que seja da primeira temporada. No entanto, pouco a pouco também eu me deixei contagiar por este vício que não me parece que tenha antídoto à vista. E a origem desta maleita é óbvia: House, uma das personagens mais bem escritas e interpretadas de sempre (vénia a Hugh Laurie). Até porque se repararmos bem esta é uma série com uma estrutura muito estandardizada: nova doença, os médicos fazem N suposições, aparentemente encontraram a solução, o doente pior, House tem um rasgo de génio e salva o cliente. 90% dos episódios é isto. A questão é: Who cares? Todas as tricas e intrigas de House são mais do que suficiente para salivarmos por um novo episódio. As doenças são apenas um pretexto para tal. É House, o homem e o médico, que domina as atenções e é por ele que a série sobrevive. E depois ainda somos brindados com episódios absolutamente perfeitos e geniais como é o exemplo do final desta 4 temporada, onde tudo e todos se ultrapassam, oferecendo o melhor final season do ano (pelo menos das séries que eu vi). E já agora, se me permitem, House merece sem dúvida o Emmy para Melhor Drama!
posted by P.R @ 6:46 da tarde   7 comments
Vai voltar!
E é já em Outubro! Uma excelente notícia.

posted by P.R @ 10:32 da manhã   5 comments
Grande Momento | Jesse James
É talvez a cena do ano. O Assassinato de Jesse James pelo cobarde Robert Ford. Dominik e Deakins. Pitt e Affleck. É de um lirismo visual e emocional fora do comum. É de uma beleza trágica e desencantada.

posted by The Stranger @ 1:02 da manhã   3 comments
terça-feira, setembro 09, 2008
Girl Talk - Feed The Animals


Girl Talk é aquilo que podemos carinhosamente chamar de uma orgia musical. Imaginem um medley em esteróides. Cada música (se é que lhe podemos chamar assim) é composta, exclusivamente, por samples de outras músicas. Basicamente é um Frankenstein da música, em que o seu criador dá pelo nome de Gregg Gillis. Músico da Pennsylvania a quem o The New York Times apelidou de “a lawsuit waiting to happen.”(Uma acção judicial prestes a acontecer.) É que muitos dos samples que Girl Talk utiliza para construir as suas músicas são usadas sem o consentimento dos artistas.

Polémicas e burocracias à parte, Girl Talk é um fenómeno interessante. É música feita a partir de música, é a reciclagem da música. Que acaba por resultar numa experiência gratificante. Do início ao fim, não damos pela mudança de faixa. É uma espécie de DJ set em cd. Num mundo musical tão diverso, há referências que não escapam ao ouvido mais atento e no caso especifico deste álbum, os artistas são tão distintos como: Roy Orbison, Britney Spears, Radiohead, Outkast, Lil’ Wayne (e a lista continua… e continua…)

Para melómanos, é o álbum feito por encomenda. A batida electro, o rap, o hip-hop, a classe indie, a onda retro dos anos 80 e 70 (agora tão em voga) agradam a gregos, troianos e todos no intermédio. Fala-se no futuro da música. Ele passa, definitivamente por aqui.

posted by not_alone @ 10:19 da tarde   0 comments
sábado, setembro 06, 2008
House of Saddam

House of Saddam é uma mini-série de quatro episódios produzida pela BBC e pela HBO que se propõe retratar a ascensão e queda do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein, capturado em 2003 na guerra do Iraque e executado em 2006.
O primeiro episódio aborda a sua subida à presidência em 1979 através de um golpe de Estado, o segundo episódio tem como pano de fundo o Iraque vitorioso na guerra contra o Irão nos anos 80 e o início da guerra do Golfo de 1991 pós-invasão do Kuwait, cujas consequências para o Iraque, isolado internacionalmente, servem de base ao terceiro episódio. O quarto e último tem lugar em 2003, culminando com a captura de Saddam. Durante todos os episódios é prestada particular atenção às relações entre os familiares e colaboradores próximos do ditador e como essas relações foram sendo afectadas ao longo do tempo.
Muito bem interpretada (destacando-se Yigal Naor – curiosamente um actor israelita – no papel de Saddam) e com alguns momentos francamente bem conseguidos, a mini-série tem, a meu ver, duas coisas a lamentar. A primeira é a opção pelo inglês como língua de fala das personagens, opção essa que não é respeitada em todas as situações, sendo que em alguns momentos os iraquianos, de facto, falam árabe. A segunda é a falta de enquadramento da invasão do Iraque liderada pelos EUA em 2003, mostrada como se tivesse sido puramente uma acção pela liberdade dos iraquianos, não se mencionando a “guerra ao terrorismo” desencadeada após os atentados de 11 de Setembro ou explanando a questão das inexistentes armas de destruição maciça.
Ainda assim, não há uma visão maniqueísta no tratamento das personagens, sendo a composição do ditador uma das mais impressionantes que tenho visto em contexto televisivo.
Apesar de tudo, recomenda-se o visionamento.
posted by H. @ 11:41 da tarde   0 comments
quarta-feira, setembro 03, 2008
Filme do mês | Agosto

Ana Silva | The Hottest State

Agosto é o típico e habitual mês de férias. Na vida e no cinema. Por isso, entre os poucos filmes estreados, e apesar de Wall-e
nos aconchegar o coração, a minha escolha recai sobre "The Hottest State". Filme que chegou até alguns no Indie 2007, quando tive oportunidade de o ver, é uma história sobre a vida real, sobre os desafios e contratempos que encontramos na vida e nas pessoas. Este filme, realizado e escrito por Ethan Hawke, envolve-nos do principio ao fim e, de certa forma, «ensina-nos» uma verdadeira lição de vida.

H. |
Aquele Querido Mês de Agosto

Dos filmes estreados em Agosto, faria dois destaques em conjunto – este e WALL-E –, não fosse aqui obrigada a optar por um. Sendo assim, escolho o filme que me introduziu ao universo de Miguel Gomes, autor que passarei a seguir com atenção. Aquele Querido Mês de Agosto é um híbrido desconcertante e, muito peculiarmente, sedutor. Um filme onde a realidade e a ficção se misturam de forma imperfeitamente perfeita, um filme que é tanto sobre o Portugal interior (no "querido mês de Agosto" dos que voltam e dos que sempre estão) como é sobre algo tão mais abstracto e universal como a feitura de um filme. Uma surpresa dificilmente equiparável neste ano cinematográfico.

not_alone | The Hottest State

Desta vez tive uma escolha realmente difícil. Se Wall-e é a melhor história de animação alguma vez feita e nos aquece o coração de uma forma incomparável, eu prefiro baldes de àgua fria. E não levava com um como em The Hottest State há muito tempo. Um filme independente, que foge à regra e nos mostra o amor como uma doença (como diriam os Ornatos Violeta). Os seus diálogos ásperos são verdadeiras lições de vida e nunca nos deixam fugir dos nossos próprios fantasmas. Ethan Hawke é tão bom no ecrã, como fora dele e não deixou que o seu projecto mais pessoal ficasse largado aos lobos. Catalina Sandino Moreno, Mark Webber e Laura Linney são, numa palavra, brilhantes. E mais do que uma película numa tela, há toda uma aura que envolve este estado mais quente. Como numa tarde abrasadora de verão, chegamos ao final com os músculos doridos, a garganta seca e um incontrolável desejo de tomar um duche gelado. Para enrijecer o corpo.

Paulo | Wall-e

Pode não ser um filme perfeito, mas a verdade é que esta nova animação da Pixar tem na manga alguns trunfos verdadeiramente deliciosos. A começar pelo enorme coração que, como é hábito, inunda toda a película, coração esse que aqui surge no corpo de um robô irresistível, pelo qual irremediavelmente acabamos apaixonados. Há momentos de pura magia que, no seu melhor, nos fazem esquecer alguns desequilíbrios do argumento, havendo ainda espaço para uma mensagem perspicaz sobre o planeta e, no fundo, sobre a Humanidade. A Pixar não sabe mesmo produzir obras más.

P.R. | Wall-e

Num mês de Agosto onde as idas ao cinema foram fracas, o meu destaque vai inteirinho para a nova obra-prima da Pixar: Wall-e. Se Ratatui o ano passado agradou mas não arrebatou, é com o pequeno robô que a Pixar nos conquista definitivamente. Não admira que o filme demorasse mais de 10 anos a passar do papel. Há obras e histórias que devido à sua complexidade e brilhantismo precisam de amadurecer, de encorpar toda a humanidade, amor e harmonia para depois desabrochar num filme belíssimo e numa das maiores histórias de amor do ano.

Duarte | Wall-e

Era um filme de animação carregado de imensas expextativas. Algo diferente, ousado, quase livre das habituais amarras narrativas e restrições dialogantes. E sim, o filme é tudo isso, e é um passo numa direcção diferente por parte da genial equipa da PIXAR. Mas também, por isso mesmo, não é tão bom como o pintam, havendo uma clivagem entre as belíssimas partes quasi-românticas e apaixonadas do mundo isolado de Wall-E e EVE, com aqueles chatos seres humanos que não parecem fazer parte desta ou qualquer película. Mas o filme tem um coração gigante, e a personagem que lhe dá nome faz-nos ficar pelo beicinho com generosa e cómica facilidade. Além de que uma pixelização do nosso planeta nunca pareceu tão real e deveras alarmante.

posted by not_alone @ 2:22 da tarde   1 comments
 

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