terça-feira, março 10, 2009
Filme do mês | Fevereiro

Pedindo desculpa pelo atraso, segue os destaques do mês

Ana Silva The Reader

Apesar de não ter visto ainda o The Wrestler, que parece ter conseguido amolecer até os corações mais frios, este mês a minha escolha é O Leitor. Olhando a 'concorrência', é o filme que mexeu mais comigo, que me envolveu mais, que me abriu a porta para entrar. Uma história de amor, de luta, que nos mostra o quão valioso é vivermos de consciência tranquila. Mais do que isso, mostra como alguém pode determinar o nosso caminho, e continuar connosco até ao fim. Mostra-nos até que ponto pode ir a vergonha de alguém, ou a vergonha de alguma coisa. Kate Winslet mereceu mesmo este Óscar.

not_alone Slumdog Millionaire

Eu fiquei rendido. Comprei toda a visão de conto de fadas imundo que Danny Boyle nos quis contar. Tremi com a emoção que o filme transmite, na vida que transpira. No seu exagero das cores fortes, das músicas ritmadas, da acções rápidas. E das emoções simples. Bollywood entrou por Hollywood a dentro e deixou-nos de boca aberta. A salivar por mais.

Paulo The Wrestler

Darren Aronofsky deixou de lado todos os delírios visuais que nos habituámos a adorar no seu cinema, para nos oferecer uma abordagem mais realista, centrada na vida de um lutador de wrestling em declínio. E o resultado consegue superar a já evidente genialidade dos seus filmes anteriores, resultando aqui num dos mais duros e comoventes títulos dos últimos anos. E tal como já antes havia feito com muito boa gente, Aronofsky volta a arrancar memoráveis interpretações do seu elenco, em especial de Mickey Rourke, no papel de uma vida. Um murro no estômago em que tudo soa a verdadeiro.

P.R. Rachel Getting Married

Tendo me escapado o The Wrestler, e não tendo sido atingido pela euforia "milionária", o meu destaque de Fevereiro vai para um pequeno filme recheado de grandes momentos e de uma complexidade dramática que espantará aqueles que, como eu, pensem que vão ver apenas o filme que deu uma nomeação à sua actriz. E se é verdade que Anne Hattaway está brilhante (juro que nunca pensei dizer isto sobre ela), não é menos mentira que ela é apenas uma das virtudes de um filme que se revela um portentoso retrato de uma familia despedaçada. Último apontamento para elogiar Rosemarie Dewitt: na minha opinião a melhor actriz secundária até ao momento.

Duarte The Wrestler
Há filmes que nos desarmam as defesas emocionais por completo. "The Wrestler" é um desses casos, um filme que se despe por completo perante o espectador, que mostra o lado menos bonito da vida, que nos contorce com a sua crua noção de humanidade e que nos comove com a interpretação colossal de Rourke. Adoptando uma perspectiva quase documental, é-nos dado a conhecer Randy "The Ram", uma acabada estrela de wrestling, em luta contra as suas memórias e em conflito com o seu presente, incapaz de encarar a inevitabilidade da sua solitária e desencantada existência. Uma obra que pertence a um actor, e um actor que nos parte por completo o coração.

P. Slumdog Millionaire

Talvez o filme mais consensual dos últimos anos. De Bafta a Oscar, passando por prémios de crítica e boa receita de bilheteira. Um portento visual, uma imagética própria a dar ritmo a cada instante do filme. MIA com as batidas de serviço e uma panóplia de actores totalmente desconhecidos do grande público a mostrar, mais uma vez, que o talento não está apenas nos grandes nomes (e cachets elevados). Para o bem e para o mal, o filme que venceu este ano o Oscar nada tem a ver com os vencedores de anos anteriores. E o espectador pode sorrir. Porque um grande filme também se faz assim, com imagens brutas e a brincar, com histórias de amor incomuns num ambiente bem sujo, com clichés honestos e bem enquadrados. O primeiro fenómeno e um dos filmes do ano está encontrado.

Carlos Pereira The Wrestler

Não se sabia o que esperar após "The Fountain", esse desesperante, derradeiro e transcendente objecto sobre o amor. Aronofsky muda o tratamento formal para um acutilante realismo, mas o que o move são precisamente as mesmas ideias sobre a grandeza do ser, do amar e do ser amado. Uma luta constante, num mundo de ambições em que maioritariamente se é forçado a conviver com os erros e a solidão. E é isto enquadrar, é isto ter ideias precisas sobre uma vida que, em última instância, representa todas as nossas. São obras como "The Wrestler" que nos fazem repensar as coisas num pós-visionamento, e que nos fazem voltar à radical pergunta: o que é o cinema? O cinema, diria, só pode ser isto.

Ursdens The Wrestler

Aronofsky num registo singular até à data. Uma interpretação notável de um actor há muito afastado dos grandes palcos, uma associação entre o personagem e o actor, como o próprio aliás confessa. Rourke no filme de Aronofsky é um pouco a simbiose do que fora Kinsky em Aguirre e Bruno S. em Stroszek para Herzog. O papel foi feito à sua medida, nada mais havendo a dizer. Quanto ao filme em si, soberba a forma crua com que é abordada a vida de um personagem que cometeu sucessivos erros, num percurso que era o dele e nada mais. Uma comovente história verídica.

posted by P.R @ 10:14 da tarde  
15 Comments:
  • At 1:41 da tarde, Blogger João said…

    Ai ai, Carlos...

    Mas o que é o Cinema para ti afinal? És mentecapto ou fazes-te? Há uns tempos atrás Cinema era o Benjamin Button e já foi muitas outras coisas. Tu não vales nada enquanto crítico ou seja o que for que tu és e não percebes um cu de cinema, pá.

    Trata-te. Essa questão da definição do cinema nem se quer tem pertinência!!! Esquece essa merda, seu atrasado mental! Acorda pá vida!

     
  • At 6:35 da tarde, Blogger ikea said…

    Concordo com o João. Esse tal Carlos é um incongruente e o pior crítico de todos os tempos. As suas críticas nunca dizem nada de construtivo sobre o filme. São apenas um aglomerado de palavras e expressões caras para auto promover o seu suposto talento literário.

    E quando tenta aprofundar pormenores específicos dum filme, falha redondamente.

    A sua Síntese do "The Wrestler" é absolutamente infeliz:

    "...é isto ter ideias precisas sobre uma vida que, em última instância, representa todas as nossas."

    Mas que raio!? Com esta frase, o atrasado mental do Carlos estava a tentar estabelecer o filme como uma obra com um conteúdo transcendental que nos faz reflectir, quando não é. É apenas um bom filme com uma história simples. A razão pela qual é bom é porque está bem feito. Não há sub textos, mensagens nem nenhum conteúdo subliminar. É a porra dum filme sobre um wrestler. Só isso.

    Aparentemente para o Carlos há uma regra que para os filmes serem bons têm que ser uma reflexão da vida ou do amor.

    Ele não consegue aceitar que o Iron Man e o The wrestler são a mesma coisa. um é um filme sobre um super-herói, outro é um filme sobre um wrestler, ambos com um único propósito: ENTRETER, PORRA!

     
  • At 6:44 da tarde, Blogger Ursdens said…

    Não sei se isto é ironia ou não (se o for parece-me ininteligível), mas retirar de um filme o universo da reflexão?!? PORRA!

    The Wrestler, para mim, é sobretudo um filme acerca de escolhas... Ou seja: Há a estrada da direita e a da esquerda, por onde é que se vai?

    Cumprimentos cinéfilos!

     
  • At 7:17 da tarde, Blogger ikea said…

    Para além dessa reflexão sobre as escolhas não ter pertinência nenhuma, não é a escolha inerente a todos os filmes?

    Sem escolhas, não há história.

    Logo, aonde queres chegar com isso?

     
  • At 7:56 da tarde, Blogger Ursdens said…

    Quero chegar a qualquer lado que não seja "O objectivo do de um filme é somente o entertenimento, nunca a reflexão"... Acho que isso é uma das coisas que, de facto, distingue um verdadeiro cinéfilo de "um gajo que vê filmes"...

    De qualquer modo, aquela personagem poderia ter feito uma escolha de vida: Continuar a viver durante uns anos e não fazer aquilo que mais gostava e que sempre dera à sua vida um sentido. Ao invés, não o fez... Se calhar porque não encontrou outro móbil que o aguentasse, se calhar porque não quis esperar que as tempestades que lhe ocorreram na vida acabassem, ou se calhar porque se apercebeu que nem que quisesse nunca seria um pai ou um marido, mas um ser iminentemente solitário... Mas isto já são reflexões a mais... Não te quero maçar... E não me vou dar ao trabalho de te entreter muito mais...

    Cumprimentos cinéfilos!

    Ps: Acho que a síntese do Carlos é bastante boa!

     
  • At 8:45 da tarde, Blogger ikea said…

    Ok. Tu és atrasado mental! E passo a explicar pelas seguintes razões:

    1º - Eu percebi a questão da escolha no The Wrestler. Mas qual é a pertinência? Apenas fizeste uma reflexão idiota que não leva a lado nenhum. Poderias ter feito o mesmo com o Iron Man, dizendo que trata das escolhas dum homem que tem o poder para enfrentar grandes adversidades ou qualquer coisa do género.

    Não o fazes porque, como és um grande cinéfilo, esses filmes de hollywood com efeitos especiais são lixo e tudo que é do Arronofsky é arte.

    O filme não tem mensagem nem qualquer significado. Só atrasados mentais como tu e o Carlos é que têm pavor de filmes que sejam só entretenimento e por isso criam significados e simbolismos onde não existem. Mas o facto do filme não ter uma mensagem não o torna mau. Na verdade é um óptimo filme. Não é por ser um drama que deixa de ser um filme de entretenimento, nem tão pouco é mau por isso. Ou queres dizer que os únicos filmes bons são os aborrecidos?

    Agora, não ponhas palavras na minha boca. Eu nunca disse que "O objectivo do de um filme é somente o entertenimento, nunca a reflexão". Há filmes que têm grande profundidade e exigem reflexão, como por exemplo o "Watchmen", que decerto não irás ver porque é um filme com efeitos especiais e "estética MTV". Põe só na tua cabeça que o "The Wrestler" é um filme para reflectir tanto como o Iron Man.

    2º Não sabes apreciar cinema. Podes não gostar do Braveheart. Podes não gostar do Mel Gibson, mas a tua crítica do Braveheart só vem a comprovar que eu é que sou o cinéfilo e tu "o gajo que vê filmes", porque redimir a magnífica composição de James Horner a "banda sonora melosa", e a realização do Mel Gibson a "planos em câmara lenta indutivos de desconforto cerebral", quando na verdade Braveheart é, indiscutivelmente, um dos melhores filmes de sempre, é puro atraso mental.

    3º Não sabes escrever. Para além de não saberes escrever "entretenimento", no último post do teu blog escreveste "O Ron Howard costuma-me meter nojo". O sufixo "me" é adjacente ao verbo "meter".

    Perdoa-me chamar-te atrasado mental tantas vezes no texto, mas é o que sinto que tu és quando mes respondes dessa maneira. Por favor, lê com atenção e aceita a lógica do meu raciocínio. Como este blog fomenta a discussão, estou simplesmente a emitir a minha opinião.

    Cumprimentos cinéfilos.

     
  • At 11:29 da tarde, Blogger Carlos Pereira said…

    João/Ikea (que no fundo são a mesma pessoa com uma obsessão pela palavra atrasado mental):

    1. Nunca aqui ninguém quis ser crítico: é a minha opinião sobre um filme, tão legítima, tão subjectiva, tão estúpida e inútil como a tua.

    2. Eu acho que os filmes são espaço para reflexão. O que é que tu consideras "entretenimento"? O The Dark Knight? Para mim, é ainda mais complexo do que o The Wrestler, por isso não me venhas com merdas de quem me conhece.

    3. És um arrogante com bom português. E então?

    4. Quem é que decide que o filme x é aborrecido ou que o Braveheart é um dos melhores filmes de sempre? Tu?

     
  • At 12:23 da manhã, Blogger ikea said…

    Carlos. Vamos esclarecer uma coisa. Não digas que eu sou o João, não tendo fundamentos para corroborar essa opinião. Não sou, de facto. Mas conheço-o. É meu amigo. E temos mais amigos que seguem este blog e se irritam com as tuas opiniões.

    Na verdade irritamo-nos com as opiniões de todos os elementos deste blog, mas é a tua que sobressai como a mais merdosa.

    OK. Não tens pretensões de ser crítico. É só a tua modesta opinião. Aceito isso, mas não percebo como é que isso te isenta do facto das tuas opiniões serem uma merda.

    Sinceramente, sinto-me um pouco frustrado ao escrever aquele texto extenso sobre as reflexões dos filmes para depois me dizeres isso do “The Dark Knight”. Mas se te satisfaz… Ok. Eu sou uma besta que só gosta de filmes como o “Iron Man” e o “The Hulk”, e só gosto do “The Dark Knight” por causa das cenas de acção e toda a profundidade e complexidade das personagens me passa ao lado. Agora eu não percebo como é que o facto de eu admitir ser uma besta sem noções de apreciar cinema valida as tuas críticas mal construídas.

    Quanto ao arrogante, obrigado pelo elogio. Quanto ao português, mais uma vez obrigado. Sempre tive uma boa capacidade para escrever, e as palavras sempre me fluíram naturalmente, inclusive as mais inusitadas, ao contrário de ti, que foste roubar a palavra “portentosa” à crítica do “Aquele Querido Mês de Agosto” no Expresso, e a palavra “iniquidade” a uma cena do “The Wrestler”, e depois aplicaste-as, respectivamente, nas tuas críticas ao “Before the Devil knows You Are Dead” e ao “The Thing” como se do teu vocabulário quotidiano pertencessem. Lamentável. Em todas as tuas críticas tentas demonstrar um rico vocabulário. Então, atiras o maior número de palavras caras que consigas encontrar, em textos desconexos e sem estrutura. Usar palavras caras não faz de ti um bom escritor e o teu pobre estilo literário sobressai em demasia.

    Quanto à questão de quem é que decide o que é uma obra-prima, parece-me uma boa opção ser eu a decidir, visto os teus critérios serem fracos e seres facilmente impressionável. Quer dizer, tu vês obra-prima em tudo. Tudo para ti é perfeito e define o cinema.

    Faz o que quiseres com este comment. Apaga-o, Responde, mandando-me para o caralho ou dizendo que a minha mãe é uma puta e o meu pai um eunuco. Só não me respondas, ignorando todos os meus argumentos, porque isso não é discutir. Na tua resposta, ignoraste quase todos os meus argumentos e distorceste alguns.

     
  • At 12:52 da manhã, Blogger Carlos Pereira said…

    As palavras 'portentosa' e 'iniquidade' já existiam antes de alguém as escrever no Expresso.

    De resto, acho que estamos de acordo. Também adoro as cenas de acção do "The Dark Knight" e tens razão quando dizes que sou facilmente impressionável.

    De resto, escrevo opiniões merdosas que tu decoraste muito bem. Bom trabalho de memória, que devias aplicar em algo útil e não em blogs.

    (acho que devias ver menos coisas do Kieslowski... ouvi dizer que é prejudicial)

     
  • At 3:02 da tarde, Blogger Paulo said…

    É uma pena que ainda subsistam este tipo de comentários que me fazem, por uns segundos, perceber o motivo pelo qual o João Lopes escreve inúmeros, longos e repetitivos textos sobre a "degradação da blogosfera".

    Além da falta de respeito pela opinião alheia, existe uma arrogância que não fica bem a ninguém (alguns, como José Mourinho, sabem fazer da arrogância uma bela forma de entretenimento, mas a maior parte deles são pura e simplesmente tristes).

    Gostava de destacar uma frase do "ikea" que me parece particularmente brilhante: "Só não me respondas, ignorando todos os meus argumentos, porque isso não é discutir." Pergunto: que argumentos são esses de que fala o autor desta iluminada resposta, que escreve coisas como "incongruente" e condena outras como "portentosa" e "iniquidade"? Que vem dar lições sobre o sufixo "me" e depois escreve "quando mes respondes"? Que recusa que os outros encontrem motivos para reflectir em filmes onde não vê mais do que entretenimento, e depois diz que Braveheart é um dos melhores filmes de sempre (sem o justificar, claro) e quem quem não o acha sofre de atraso mental? Isso é discutir? Talvez o seja no infantário, mas alguns são capazes de crescer e ultrapassar essa fase da vida, e outros nela permanecem por opção pessoal. E isso nada tem a ver com gostar ou não do "Iron Man", que é um filme que me divertiu a valer, bem mais do que "Watchmen" e todos os seus intermináveis monólogos filosóficos e metafísicos que deviam ter ficado nas páginas de Alan Moore.

    Não pretendo voltar aqui a responder a este tipo de comentários, mas aceito que os meus colegas de blog aprovem uma prévia aprovação de comentários, visto que parece evidente que existe malta que gosta de vir resolver frustrações pessoais para espaços não reservados a essa finalidade. Que se discorde por completo das nossas opiniões, aceito perfeitamente. Que se venha para aqui fazer tristes figuras, peço desculpa, mas não consigo aceitar.

     
  • At 11:04 da tarde, Blogger Fifeco said…

    Não vinha comentar a sucessão de comentários desagradáveis mas tenho que concordar com o Carlos quando usa as palavras do João Lopes.

    De todo o modo, vinha aqui referir que o meu preferido foi Dlumdog seguido de Wrestler.

    Abraço

     
  • At 1:39 da manhã, Blogger ikea said…

    Tu és cá um atrasado mental. Ambos sabemos que o "mes" que eu escrevi é um erro tipográfico e não ortográfico. Para quê mencionar sequer? Qual a pertinência? Dizer que eu tenho dedos gordos?

    E referir "incongruente" como uma palavra cara só prova que és uma besta com um parco vocabulário. Ainda por cima dizes que condeno palavras? Mas tu leste o meu texto com atenção? A única palavra que eu condeno é obra-prima, quando dita pelo Carlos. Aliás, todas as palavras ditas pelo Carlos são condenáveis.

    Voltando ao teu atraso mental, achas a opinião do Drusdens sobre o Braveheart válida? Ele pode não gostar do filme, mas tem que fundamentar a sua opinião, e não apenas descrever o filme, em duas frases, com insultos idiotas sem justificar porque é que o filme é mau. E não, não vou justificar porque é que o filme é bom. Se não percebes, é porque és mentecapto.

    Mas de toda a tua argumentação, o que te realmente define como o supra-sumo dos retardados, é afirmares que o Iron Man é um melhor filme que o Watchmen.
    Como é que tu queres que eu te leve a sério quando dizes isso?

    O Iron Man é um filme absolutamente débil, apropriado para gente do teu estado mental. Só atrasados mentais como tu é que engolem um filme onde o Tony Stark constrói uma armadura de ferro auto-suficiente, com um lança-chamas, numa caverna enquanto refém de terroristas. E a cena em que o computador transmite o vídeo dos terroristas é PURO ATRASO MENTAL!!!!


    E depois dizes, arrogantemente, que o Wtachmen não é uma boa adaptação!? Eu sei que defendes que, em relação a filmes não há verdades universais, mas digo-te que é fisicamente impossível que haja um fã do livro que ache que o Watchmen seja uma má adaptação, da mesma maneira que não há quem pense o mesmo em relação ao Senhor dos Anéis.
    O Watchmen é um marco, não só pelos seus visuais e realização esplêndidos, mas por ter um dos argumentos adaptados mais inteligentes de sempre, que condensa bem os vários elementos da história, nunca perdendo a sua riqueza e profundidade, fazendo alterações em prol duma narrativa mais fluida, criando uma obra que, sendo uma adaptação inevitavelmente sujeita a comparações, tem o seu próprio tom.

    Mas aparentemente, para ti a bosta do Iron Man é melhor. Ok. Gostos são gostos. Uns têm, outros não têm.

    P.S.: Aparentemente, eu despoletei a ira dos bloggers do Take A Break ao comparar o Iron Man com o The Wrestler. Bestas como vocês são, perceberam que eu estava a dizer que o The Wrestler era mau ao compará-lo com o Iron Man.
    Vou explicar isto duma vez por todas, duma maneira que até atrasados mentais como vocês consigam perceber. O Iron Man é um mau filme. O The Wrestler é muito bom. A única coisa que partilham é o facto de serem ambos filmes de entretenimento sem nenhuma mensagem ou alegoria. Está percebido, sua cambada de atrasados mentais?

     
  • At 11:35 da manhã, Blogger P. said…

    É isto? Tanta palavra que usas. E todas tão mal gastas. Embelezares (e esta, é uma palavra cara? Convém saber se a posso utilizar…tem 11 letras e tudo! ), dizia eu, embelezares muito o discurso pode ajudar, mas é de certa maneira uma espécie de demagogia (ui, esta geralmente é usada num contexto político, xiii, temos de ver se o menino ikea autoriza o seu emprego), vá lá, básica, que acabas por imprimir no teu discurso. Eu explico: usaste milhares de palavras só neste pequeno espaço para comentários, mas se espremermos todo o conteúdo, descobrimos apenas o seguinte:

    Wrestler – bom
    Iron Man – mau
    Watchmen – bom
    Take a Break - mau

    Tudo em ti é sempre assim tão básico?

    Eu pensava mesmo que te ias fartar... Aquela coisa simples e universal: “Não gostas?” “Então, não leias!”. Não é esse o caso. Contigo isso nunca resultaria. Pareces movido por uma qualquer força superior, talvez Tourette (ATRASO MENTAL! ATRASO MENTAL!), não se percebe ao certo.

    Reparaste na forma como usei letras maiúsculas para expressar a minha revolta e indignação? Fogo, já andamos a aprender coisas contigo aqui por estes lados.

    O que eu te quero dizer, muito honestamente (e isto vai ser difícil para ti), é que o Take a Break não vai acabar (ATRASO MENTAL!, ATRASO MENTAL!). Vamos continuar a escrever as nossas opiniões, da nossa maneira básica, ridícula, incongruente, etc. E tu podes voltar aqui as vezes que quiseres, porque no fim de contas não tens um mínimo de dignidade. Assumires o nome de outras pessoas, para as deixar mal vistas; insultar à toa, sem um mínimo de argumentação; viver à base de verdades universais, num mundo em que ou concordamos com o ikea (olha que coisa ridícula), ou somos “mentecaptos”.

    Com tanto tempo e cabeça para escrever noutros blogs, até podia ser interessante teres um. Podia ser qualquer coisa como, ascoisasqueoikeaodeia.blogspot.com e depois podias lá estar a destilar ódio, como bem gostas (ATRASO MENTAL!, ATRASO MENTAL!).

    E outra coisa, és assim tão primitivo para achar que podes colocar insultos, soltos, em posts antigos aqui do blog, sem que nenhum de nós descubra? És assim tão puto? (eh eh, agora é que os gajos do Take a Break vão ver como é que elas mordem, eh eh…)

    Um pouco por toda a web vais encontrar sites onde podes desabafar à vontade e usar o mundo como saco de pancada. Não tenho nada de psicólogo, mas o mais comum (pelo menos nos filmes é assim – tu logo nos dizes se são bons ou não) é atribuir-se os traumas aos pais. Agora a um blog!? Um blog, ikea!? Foi mesmo a única coisa que conseguiste encontrar, as únicas pessoas que havia para chatear (ATRASO MENTAL!, ATRASO MENTAL!)?

    Vais voltar. Já aceito essa ideia. Cria novos nicks, arranja mais tempo, esforça-te que de vez em quando (estás atento?, olha o erro que aí vem…) te damos-te o prémio (viste o erro?, que espectáculo, grande visão tu tens para estas coisas, ikea).

    Cada vez que te respondem, imagino logo como será quando vires o comentário: as veias à flor da pele, o brilho nos olhos, a baba a escorrer pelo canto dos lábios, o sangue a bombear adrenalina para o coração a duzentos à hora ikea está vivo! Vivo! Que felicidade! ikea tem mais uma razão para responder, mais um dia para enfrentar neste mundo insuportável em que há pessoas que não acham o Braveheart um dos melhores filmes de sempre (e agora, será que gosto do filme?)

    Admiramos a tua fidelidade ao Take a Break (inquestionável, lês sempre o que fazemos, citas posts antigos do pessoal nos blogs de cada um, não esqueces pormenores que a própria pessoa que escreveu, já esqueceu, incrível!).

    E é isso, pah.

    Volta sempre (ATRASO MENTAL!, ATRASO MENTAL!)

     
  • At 4:13 da tarde, Blogger Paulo said…

    Entre outras coisas, esta pérola é bestial: "mas digo-te que é fisicamente impossível que haja um fã do livro que ache que o Watchmen seja uma má adaptação". Creio que não é necessário perder mais tempo com isto, o homem (?!) junta a física ao gosto cinematográfico pessoal, o que consequentemente faz de mim alguém imune às leis universais da física. Devo consultar um especialista por causa disto, e aproveito para lhe falar também sobre o meu atraso mental.

     
  • At 4:16 da tarde, Blogger Ursdens said…

    Elá!!! Ontem não tinha vindo cá, mas pelos vistos a coisa aqueceu...

    Urbanidade meu caro IKEA, é uma das coisas que te falta para a comunicação ser possível contigo... Apenas uma... Construtividade, tolerância e sensibilidade serão outras...

    Cumprimentos cinéfilos!

     
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