domingo, junho 28, 2009
Monólogos do “lá em baixo”


Mais uma vez, a ida ao teatro é uma lufada de ar fresco. Seja comédia ou drama, é sempre, como já tenho dito, uma experiência que me ‘rejuvenesce’.
Que dizer então sobre uma peça que explora o mais íntimo da mulher, esse ser ‘sensível’ e tão ‘especial’, mas com características muito próprias e únicas da sua condição humana? O parto, o período, os orgasmos, o prazer, os homens, as idas ao médico. Como se veste uma vagina (vamos chamar-lhe v.)? O que diz? O que gosta de fazer? Nesta peça, a palavra proibída (e que soa sempre tão mal) é aquele sítio “lá em baixo”, uma espécie de cave... muito visitada ou nunca visitada. Ora desejado, ora esquecido; algo determinante ou desconhecido.
A forma como a peça está estruturada é muito bem conseguida. Mesmo muito: o equilíbrio entre as v. zangadas, as tímidas, as traumatizadas. Os monólogos irados e os dramáticos, os episódios da vida de mulheres que, lá no fundo, podem ser como nós.
É por esse espelho e por tratar um tema que nos é (a todos, mulheres e homens) tão caro, que a peça ganha uma realidade única, traduzida nos desempenhos brilhantes das três actrizes. Todas elas encarnam as suas v. de forma envolvente – falam connosco e contam-nos as suas histórias. O trio é a alma da peça: a convicção e sedução de São José Correia, a elegância e intensidade da Ana Brito e Cunha, e uma nota especial para a profundidade e talento de Guida Maria, que nos proporciona momentos absolutamente fantásticos.
A todas as v., e aos homens que as queiram conhecer melhor, não percam.
posted by Ana Silva @ 5:25 da tarde   0 comments
sexta-feira, junho 26, 2009
Grande Momento | Michael Jackson

Polémico ou não, talento não lhe faltou. Um verdadeiro dom, podemos dizê-lo, que nos foi mostrando sempre, até que chega aquela altura em que a música deixou de ser a forma de se mostrar ao mundo. Aqui fica, para mim, apenas um dos seus grandes momentos. Talvez tenha sido esta a música que mais me marcou, pela idade que tinha, pelo vídeo, pela mensagem. Houve muitas outras - Billie Jean, Thriller, Blood on the dance floor, ... mas escolho esta. Apesar de não ser uma fã muito atenta, não posso deixar de reconhecer que este artista marcou um conjunto de gerações e mentalidades, pelo seu perfil controverso,mas acima de tudo pelo seu talento e personalidade artística.

"it's not about races, just places, faces (...) I'm not gonna spend my life bein' a color"

posted by Ana Silva @ 11:18 da manhã   1 comments
quarta-feira, junho 24, 2009
Nada como os anos 80'...
posted by The Stranger @ 1:13 da tarde   2 comments
sexta-feira, junho 19, 2009
Poster de Dexter
Poster F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O!
posted by P.R @ 10:55 da manhã   0 comments
terça-feira, junho 16, 2009
TOP 11 e 1/2 - "Há criancinhas a passar fome - filmes mauzinhos que custaram balúrdios"
Menção Honrosa - Amália /3 milhões

Ok, 3 milhões de euros não parece muito. Mas tendo em que conta que o nosso salário mínimo é 450 euros, que é o filme português mais caro de sempre e que é o filme é uma tragédia grega em 4 actos a menção honrosa é mais que merecida. Há filmes maus só porque sim, e depois há filmes destes, que fedem a pretensiosismo por todos os lados. Como se o realizador do Crime do Padre Amaro pudesse ter uma epifania cinéfila. Ah e já agora: com 3 milhões de euros não poderiam ter contratado uma equipa de maquilhagem decente? É que Amália com 60 anos parece um animal morto acabado de ser atropelado por um camião cisterna. P.R

11# Armagedon / 140 milhões

Um meteorito a atingir realmente a Terra era capaz de não doer tanto como assistir a Armaggedon. Pior só saber que Ben Affleck consegue ser tão mau em Armaggedon como em Pearl Harbour. E os Aerosmith até não são maus, mas "I don't wanna miss a thing" consegue tornar-se um vómito decadente acompanhado por um turbilhão de lamechices e drama de meia noite. Nós bem cruzámos os dedos e rezámos aos céus, mas o raio do meteorito não conseguiu acabar com o nosso sofrimento. not_alone


10# Piratas das Caraíbas 3 / 300 milhões


Como já dizia o nosso amigo, "não havia necessidade". Numa palavra "waste". Desperdício de tempo, de dinheiro, de investimento. Desta vez nem as trancinhas do nosso querido Jack Sparrow. Já para não falar nos devaneios de Keira Knightley e as suas birras irritantes... Nao há sequências de lutas, cenários ou efeitos especiais que safem a coisa (pela 3a vez claro). Acima de tudo, devemos conseguir ter a clarividência para saber dizer "já chega". E dois chegavam tão bem... Ana Silva

9# The Curse of the Golden Flower / 50 milhões


A culpa é de Crouching Tiger, Hidden Dragon, que mostrou ao ocidente como os asiáticos sabiam fazer filmes espectaculares. O que se esqueceram de mencionar é que, como em todo o lado, há coisas boas e coisas... de fugir. The Curse of the Golden Flower é um enjoo dourado. Os cenários ofuscam, o argumento praticamente não existe e tudo o resto compensa em quantidade. Qualidade é que nem vê-la. Foram 2 horas de puro suplício e, até hoje, as minhas retinas ainda se queixam da quantidade de cor e brilho que nos tentava cegar. not_alone

8# Homem-Aranha 3 - 258 milhões


Sempre que se ouve falar num novo Spider-Man, o ar começa a cheirar a podre. Depois percebemos. É um tumor maligno. O número a seguir ao título representa o aumento das metástases. Em Spider-Man 3 atingimos um apogeu. Porque Peter Parker muda de personalidade, exige-se a Tobey Maguire que represente. Não consegue. A alternativa passou por lhe porem uma franja estúpida, alguma maquilhagem e pimba! Temos um Spider-Emo a piscar o olho às garotas, enquanto dança ao som de uma música foleira. E é por isso que a indústria farmacêutica não é de confiança: não há cura para uma doença rentável. Spider-Man 4 está a caminho… P.

7# Prequelas Starwars / 340 milhões


Ainda me lembro de entrar na sala, sentir o frenesim, bater palmas nos créditos iniciais, o excitamente acelerado de todos os presentes...era "Star Wars: The Phantom Menace"...e depois o filme acaba, e toda a gente sai em semi-silêncio. Eu estive em semi-denial durante uns dias. Mas depois acordei. E cheguei a uma solene conclusão - o filme era uma valente merda, o Jar-Jar Binks a pior (e mais infantil) personagem de sempre e o puto Anakyn o pior (e mais irritante) actor de sempre. Depois vieram a palhaçada dos Clones e a desgraça dos Siths para completar a mais horrenda e fedorenta trilogia-prequela de toda a galáxia. E o pior disto tudo é ver, ainda hoje, fâs adulterados pela "dark side of the force" a acreditar que George Lucas é um génio. Ele é um génio é. Porque é o mais mongolóide e mais pateta realizador da actualidade e o mais rico também. Duarte
6# Wild Wild West / 170 milhões

Quando pensava que não existiria nada pior na vida do que ser forçado a assistir a um jogo do Benfica, eis que no longínquo ano de 1999, alguém achou que seria boa ideia deslocar-mo-nos ao cinema para assistir ao novo blockbuster de Will Smith. Não fossem os habituais atributos de Salma Hayek e tudo aquilo bem se poderia comparar a mergulhar os tomates em óleo a ferver, e não estou a falar de culinária. E seria capaz de apostar que nos departamentos de guarda-roupa, cenários e adereços, se fizeram apostas sobre quem conseguia gastar mais milhões nas coisas mais ridículas. Terá ganho o senhor que desenhou a peruca de Kenneth Branagh. Paulo

5# Waterworld / 175 milhões


Imaginamos uma metamorfose de mad max sobre a água, cuidando carinhosamente um pequeno e raro tomateiro, e temos um pequeno vislumbre daquele que, em 1995, foi o filme mais caro de sempre... Um filme num mundo em que não há comida nem quaisquer outros produtos, mas há cigarros em barda... Um filme que em muito manchou a reputação de Kevin Costner (produtor) que, ao que se diz, teria acabado o filme como realizador, desentendendo-se com Kevin Reynolds... E pergunta-se: Será que 175 milhões de dólares não seriam melhor empregues para acabar com a fome no mundo do que para construir cenários mirabolantes na água? E responde-se: Não, o Kevin Costner não está preso, como a foto acima sugestiona..., mas devia... e mais não se diz... Ursdens

4# Speed 2 / 110 milhões

"Speed 2: Cruise Control” é mais um filme para confirmar a falta de qualidade de 90% das sequelas produzidas. O primeiro “Speed”, sem ser memorável, era viciante, construído sobre momentos de acção bem filmados e com turning points bem inseridos. Aqui temos uma Sandra Bullock em modo automático (alguma vez daí saíu?), num argumento ridículo e perdido. Quanto ao pobre Jan de Bont, digamos, para simplificar, que a sua última pérola se chama "Tomb Raider 2: The Cradle of Life". Piece of crap. Carlos Pereira


3# Batman & Robin / 125 milhões

Batman&Robin ou “como transformar o gay parade em filme sem ninguém dar por isso”. Pois bem, reparámos. E a verdade é que nem foi muito difícil. Tivemos umas pequenas ajudas, como os mamilos ou os close ups ao rabo do Batman. Agora a sério: há filmes mau e filmes bons, há filmes simpáticos e filmes hediondos. E depois há Batman&Robin. Quer queiramos quer não o filme leva nos para outro mundo. Um mundo onde todos se vestem como Elton John e Boy George e dão pulinhos histéricos em slow motion uns atrás dos outros num alegre e cor-de-rosa comboio ao som do “It’s raining man”. É isto o Batman&Robin: um balúrdio fetichista gay mal amanhado. P.R

2# Sequelas Matrix / 300 milhões
Keanu Reeves a sair da cabine, música dos Rage Against The Machine e um vôo acelarado até aos créditos finais...quem é que precisava de sequelas? Eu não, com toda a certeza. Mas obviamente, tolinho como sou, lá estava batidinho em "Matrix Reloaded"...e a não perceber patavina quando aquela pseudo-treta acabou. Mas a cena da auto-estrada estava mesmo bestial e se "Matrix Revolutions" unisse todas as pontas soltas germinadas, aquilo até podia ser muito bom. Mas não...a realidade é que os Wachowskis só tinham uma ideia bestialmente original com este díptico. Sacar resmas de dinheiro dos espectadores e com isso poder juntar os necessários cobres para fazer uma mudança de sexo. E se pensam que esta afirmação é mentira, então vocês ainda vivem na Matrix...Duarte

1# Pearl Harbour - 151 milhões


Quando os primeiros presos começaram a chegar a Guantánamo, havia um filme que eram obrigados a ver: Pearl Harbour. Não era só a ideia de tortura que estava presente. O filme servia para os guardas prisionais mostrarem àqueles tipos quem é que manda ali. Em Pearl Harbour percebemos que os “amaricanos” são mesmo muita bons. O filme é baseado em factos históricos. A história diz-nos que mais de 2000 norte-americanos morreram no ataque surpresa à base militar. Michael Bay diz-nos que dois marmelos, com duas avionetas foleiras, podiam ter desfeito o império nipónico naquela tarde. É mentira. Pearl Harbour não é só mau. É um filme burro, oco e completamente abastardado. Por momentos parece que vemos lá um actor, mas Cuba Gooding Jr. esconde-se rapidamente para passar despercebido. No dia em que vi Pearl Harbour, percebi finalmente o que era um kamikaze – era eu, ali sentado, durante três penosas horas... P.
posted by P.R @ 11:45 da manhã   12 comments
Machete!

Ainda se lembram deste trailer de um filme inexistente que fez parte de Grindhouse? O filme começa a ser filmado dentro de cinco semanas... Felizmente, há Robert Rodriguez.

posted by P. @ 10:57 da manhã   1 comments
quinta-feira, junho 11, 2009
100 Best Movie Lines in 200 Seconds


Quem fez esta montagem merece uma salva de palmas...very nice!
posted by The Stranger @ 4:03 da manhã   2 comments
terça-feira, junho 09, 2009
Filme do mês - Maio

P.R. Star Trek
Vi apenas dois filmes este mês, Wolverine e Star Trek, e as diferenças não podiam ser mais abismais. Enquanto que o primeiro é um retrato preguiçoso, piroso e albadrão da personagem mais interessante dos X-men, o segundo é uma viagem alucinante, inteligente e cativante aos primeiros anos da Enterprise. Eis a razão do meu destaque: demonstrar que um filme popcorn pode e deve levar-se um bocadinho a sério. Todos nós agradecemos.

not_alone Let the right one in
Numa altura em que os vampiros voltaram a encher salas de cinema, ecrãs de televisão e, principalmente o imaginário de todos (eu confesso que sou um grande fã do mundo dos vampiros e vejo tudo o que posso que meta vampiros) há filmes que se destacam pelas razões fáceis: Twilight não é mau, mas aposta demasiado no público adolescente e perde algumas potencialidades por se perder nessas limitações. Let the right one in, pelo contrário, foge ao mundo vampiresco que conhecemos e aposta na surpresa. O mistério acompanha todo o filme, que vive de uma tensão angustiante e de uma ambiência soturna. Assente na dimensão dos personagens, em especial no casal de crianças que protagoniza o filme, somos sugados para aquele negro mundo no interior da suécia. Não se poupa o terror, nem a violência (física e psicológica) poupam-se, felizmente, os lugares comuns e as fórmulas pré-estabelecidas. E sai um filmaço que não podemos perder.

Ana Silva Nada a destacar

Ursdens Nada a destacar

Carlos Pereira Nada a destacar

Duarte Star trek
Não sendo, nem de perto nem de longe, uma qualquer espécie de "Trekkie" não pude deixar de me entreter q.b. com esta incursão nesse particular universo por parte de JJ Abrams. E a realidade é que o filme é mesmo tremendamente cativante, pela química entre as personagens - excelente leque de actores - e pelo modo como funde a capacidade de contar uma história - por mais genérica que seja - com um ritmo bem elaborado e sempre em crescendo. E se, mais uma vez, Abrams mostra que não tem um scope muito alargado na hora de filmar grandes sequências de acção, mostra também que é efectivo no seu estilo pipoca com algum cérebro à mistura. E com isto, parece que temos saga para dar e vender nos próximos anos.

Paulo Let the right one in
Apesar de nenhuma das estreias do mês me ter arrebatado por completo, não podia deixar de destacar o filme sueco que, de há uns meses para cá, tem feito sensação um pouco por onde tem passado. Não sendo uma obra-prima, é uma nova abordagem ao tema dos vampiros, desta vez abordando a relação entre dois pre-adolescentes. Um rapaz maltratado pelos colegas de escola e uma rapariga que só pode sair de casa à noite. Há por ali alguns belos momentos de cinema e, apesar das falhas, consegue ser meritório o suficiente para ser destacado no meio da banalidade.

P. Let the right one in
Veio da Suécia, por entre a neve e o sangue, uma das maiores surpresas do ano. Com tudo o que não nos é explicado, Let The Right One in relembra-nos de que o universo fantástico pode ser cruel, denso e em última instância indecifrável. Aquele puto sueco andrógino e aquela pequena e bizarra miúda relembram-nos as primeiras coisas que aprendemos sobre o amor e a amizade - relembram-nos também do quão bizarro e quão deliciosa pode ser a nossa própria psique quando não sabemos como nos expressar. Depois, a fome vampiresca como que a dizer a dimensão do Vampiro é uma entidade em si própria, com as suas variadas formas – Drácula, de Bela Lugosi, era estilo e austeridade, Nosferatu era a doença e o horror: os dois mestres à sua maneira. Não se pense é em Twilight e em cinema de Terror. Let The Right One In está no seu próprio campo.
posted by P.R @ 10:58 da manhã   1 comments
sexta-feira, junho 05, 2009
Bill is dead


David Carradine. O Caine de "Kung Fu". O Bill de "Kill Bill". Apareceu morto num quarto de hotel. E assim ficamos sem um dos actores mais bizarramente enigmáticos e estranhamente carismáticos da sua geração. RIP David.
posted by The Stranger @ 12:57 da tarde   0 comments
quinta-feira, junho 04, 2009
Foals | Red Socks Pugie

Passaram-me ao lado em 2008. Descobri o álbum há poucos meses. Competente, com um punhado de boas canções, como se costuma dizer, mas com duas ou três em particular de elevado nível. Esta Red Socks Pugie é de outro calibre. Em crescendo,

Oh, what the hell, we set it on fire

posted by P. @ 9:49 da manhã   1 comments
Let The Right One In
Numa altura em que os vampiros e seus derivados parecem estar de volta em força ao cinema e à televisão (Twilight, True Blood...), o sueco Tomas Alfredson não quis ficar para trás, e apresentou-nos a sua própria visão do mito. O resultado é um filme perturbador, onde os condes da Transilvânia dão lugar a crianças de 12 anos de inocência ainda não totalmente perdida. Sem ser um exemplo de absoluta perfeição cinematográfica, Let the Right One In é um trabalho bastante sóbrio, que utiliza os dispositivos fantásticos e a temática do vampirismo para falar sobre outros temas – como, de resto, acontece com os melhores títulos do género. No jovem Oskar, um rapaz filho de pais divorciados, alienado dos colegas e fácil alvo de violência na escola, vemos espelhados muitos dos problemas sociais dos jovens da sua idade: a dificuldade na ligação com o mundo, o escapismo. E em Eli, a sua nova vizinha que só costuma sair de casa à noite, Oskar encontra alguém com quem pode identificar a sua diferença. Obedecendo de forma muito particular às regras do género, Alfredson oferece-nos um filme ao mesmo tempo sinistro e poético, desconfortável e perturbador. Peca sobretudo quando se desprende da história dos dois jovens e tenta seguir outros caminhos (uma cena gore envolvendo um ataque de gatos, por exemplo, era perfeitamente dispensável), mas quando se centra apenas em Eli e Oskar, mantendo de lado a preocupação com os sustos, e deixando estas personagens desenvolverem a sua relação tão comovente, Let The Right One In consegue ser excelente. E aqueles momentos finais, tão doentiamente encantadores, são dignos de permanecer entre os melhores do ano. Para os mais impressionáveis, fica no entanto o aviso: algumas das cenas não serão certamente muito bonitas de se ver...

posted by Juom @ 1:04 da manhã   1 comments
quarta-feira, junho 03, 2009
Grande momento - Annie Hall

A verdade é um conceito bem delimitado no tempo e no espaço. Depende sempre de quem a diz e de quem a ouve.

Por vezes, sentimo-nos capazes de denunciar o mais astucioso falsário. E conseguimos!

Era bem bom que a vida fosse assim, com planos sequência verdadeiros e a verdade sempre à mão para poder arremessar...

posted by Ursdens @ 4:50 da manhã   2 comments
 

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