quarta-feira, outubro 31, 2007
Le Scaphandre et Le Papillon


Há filmes assim. Que nos agarram de surpresa, e de rompante, logo nas imagens iniciais e nos deixam num lugar mais distante, mais acolhedor, mais humano. Esta viagem, contada literalmente pela pálpebra de Jean-Dominique Bauby, personagem real cuja fatídica condição e consequente luta interior inspirou esta magnífica obra, é ilustrada de forma imaginativa e esplendorosa por Julian Schnabel. E é um vislumbre de emoções constante que nos é apresentado, uma alegoria profusa de sentimentos, cada pedaço de película povoado por coloridos fragmentos de magia cinematográfica e intensificados por uma história que nos comove e nos inspira, que nos faz crescer e nos faz acreditar. Um dos maiores filmes do ano.
posted by The Stranger @ 11:48 da manhã   3 comments
terça-feira, outubro 30, 2007
Patti Smith | Coliseu dos Recreios | 28-10-2007

O Coliseu estava praticamente cheio para receber pela segunda vez em Portugal um dos nomes maiores do rock: Patti Smith, uma Artista com maiúscula. Na assistência misturavam-se gerações, de admiradores de longa data já com cabelos brancos a jovens que ainda nem deviam ser nascidos quando “Horses” foi editado em 1975. A influência desta senhora é enorme e o que ela representa ainda nos fascina.

Ela aparece em palco com a banda pelas 22h, com a simplicidade na indumentária que lhe conhecemos mas todo o poder na figura e na voz. Abre com “Redondo Beach” do primeiro disco e a plateia ainda se mantém sentada ordeiramente nos lugares. Nada que não seja vencido quando Smith começa a percorrer alguns dos seus temas mais célebres, “Dancing Barefoot”, “Because the Night”, “People Have the Power” e a apoteótica “Gloria”, cantada com um Coliseu em pé por uma Patti Smith que entretanto já deixara o alto do palco para se passear por entre a multidão da assistência.
“Twelve”, o último álbum composto na sua totalidade por covers não foi exaustivamente visitado, destacando-se “Are You Experienced?”, “Soul Kitchen” e a bela versão de “Smells Likes Teen Spirit”, um dos momentos altos do concerto.
Patti Smith tem um estatuto já lendário na história da música, mas nem por isso o estatuto a afectou. Sempre segura mas sempre comunicativa, dedicou “Beneath The Southern Cross” a uma das muitas vidas de Fernando Pessoa e disse o quanto gosta de estar em Lisboa, agradecendo a cantar as palavras de Lou Reed: Oh it’s such a perfect day, I’m glad I spent it with you...

Fazendo da música um meio de união e de cada canção uma partilha, Patti Smith não deixou de aludir ao estado das coisas e à necessidade de construir um futuro diferente. Apontando para a guitarra vociferou que this is the only weapon we need.
Duas horas a provar porque é que Patti Smith é rock n roll puro e ao mais alto nível. Mais de sessenta anos e esta senhora ainda proporciona momentos de total desvario como a interpretação final de “Rock ‘n’ Roll Nigger”.

Nunca um mito esteve tão vivo, nunca um mito esteve tão próximo.
posted by H. @ 12:27 da manhã   1 comments
segunda-feira, outubro 29, 2007
Grande momento | Hot Fuzz



Este destaque é simultaneamente o sublinhar de um grande momento mas também uma sugestão. Hot Fuzz, dos criadores de Shaun of the Dead, vinha para Portugal directamente com selo "ninguém vai ver isto, vamos é enviar para dvd". Estando consumada esta decisão, foram vários os cibernautas que protestaram pois desejariam ver no grande ecrã uma das comédias mais aplaudidas dos últimos anos. Encabeçado por Nuno Markl, este movimento conseguiu convencer os senhores da Lusomundo a darem uma oportunidade a este filme, e o mesmo estreará dia 22 de Novembro. A semana passada foi a antestreia e quanto ao filme só tenho que dizer: é estupidamente bom. Sendo uma paródia ao estilo Bay e Bruckheimer (como tão facilmente se vê na realização), o filme condensa todas as características dos blockbusters de acção num argumento muitíssimo bem construído, com gags que vão desde o mais absurdo ao mais inteligente, e com personagens que tão cedo não iremos esquecer. Para destacar o filme, escolhi uma cena onde não se revela muito da história, para que todos possam ver o vídeo, mas que é bem demonstrativo do que poderão esperar de Hot Fuzz. Por isso, dêem uma oportunidade a Hot Fuzz. De certo que não se arrependerão!

posted by P.R @ 11:57 da manhã   2 comments
terça-feira, outubro 23, 2007
No Country For Old Men

Um dos filmes mais aguardados dos últimos tempos, para mim, é mesmo este "No Country For Old Men", dos habitualmente geniais e peculiares Irmãos Coen. Não só porque, tendo em conta a recepção extremamente entusiástica da crítica, parece um retorno à velha forma da dupla, mas porque pelo trailer, premissa e actores envolvidos, parece mesmo muito bom. Ou muito me engano, ou há ali material para ficarmos com um daqueles clássicos contemporâneos para mais tarde revisitarmos. E se o Javier Bardem, e o personagem que ele aparenta encarnar no filme, não forem uma das maiores notas de destaque cinematográficos dos últimos anos, vou ficar deveras surpreendido.
posted by The Stranger @ 9:23 da tarde   1 comments
segunda-feira, outubro 22, 2007
Grandes Momentos | Sunset Blvd.

Não vou escrever sobre o excerto de Sunset Blvd. de Billy Wilder que escolhi esta semana para esta rúbrica. Os que viram o filme sabem que se trata de um momento extraordinário e aqui os convido a recordá-lo. Aos que ainda não tiveram oportunidade de ver esta obra-prima recomendo que o façam na íntegra, para apreciarem plenamente este momento. Digo apenas que Norma Desmond (interpretada por Gloria Swanson) é para mim das melhores personagens de todo o cinema (e o próprio filme um dos maiores de todos os tempos).

posted by H. @ 11:20 da tarde   3 comments
Les Chansons d'Amour


Há filmes assim, que nos conquistam pela honestidade com que abordam os seus temas, que parecem abrir o seu coração para que o espectador os possa sentir mais profundamente. São filmes que nascem de e evicam a paixão mais crua pelo cinema. Talvez a mim, Les Chansons d'Amour tenha tocado mais profundamente, porque cometi o suposto crime de, até ao presente momento, não ter ainda visto Dans Paris, a anterior obra do novo menino bonito do cinema francês, Christophe Honoré que, diz quem viu, tem inúmeros pontos de contacto com este novo filme. Seja como for, duvido que esse visionamento afectasse no que quer que fosse o impacto deste visionamento.

Muito se recorda a nouvelle vague quando se fala do cinema de Honoré, um estigma que o cinema francês parece nunca ter ultrapassado conveninentemente (com tudo o que isso tem de bom e de mau). De facto, se atentarmos a essa tendência clara para a ruptura completa com os convencionalismos, essa influência existe efectivamente, mas aquilo que salta desde logo à vista é outra coisa: a paixão. Paixão pelas personagens que apresenta (de novo, com tudo o que de bom e de mau implica a palavra), paixão pelo acto de fazer cinema e pela sua liberdade total. Paixão pela vida, por vivê-la nos limites, por querer fazer de tudo para chegar á satisfação completa que inevitavelmente não se concretiza. Por isso mesmo, o seu plano final acaba por concretizar perfeitamente aquilo que os anteriores minutos de Les Chansons d'Amour vinham preconizando.

Peço desculpa pelos devaneios, mas só consigo ver este filme de uma forma bastante pessoal. Não porque o considere o melhor do ano, ou por ser completamente perfeito, mas porque me atingiu bem perto daquele lugar onde apenas os os filmes especiais o fazem. De certa forma, é como se em cada canção de amor que o título anuncia estivesse um bocado de mim e, arrisco dizer, de cada um de nós. O querer, ao mesmo tempo, abraçar a vida e temer a perda são aqui abordados de uma forma belíssima, como se o "seguir em frente" fosse impossível de concretizar, restando apenas a convivência com a esperança no futuro e as memórias do passado. E a música serve exactamente para isso... para reforçar essa certeza absoluta de que nada é certo nem limpo, e de que a vida se constrói desses momentos.

Como falar agora do filme em si? Tarefa impossível neste momento, ficando este comentário como um pequeno devaneio sobre uma obra sentida - certamente, da parte de quem a fez, como da minha, de quem a viu. Porque de pouco adianta falar no brilhantismo da câmara de Honoré, que tão elegantemente capta esses pedaços da vida parisiense das suas personagens e os coreografa (aos movimentos dos actores, aos sons subtís que as rodeiam...) como grande esteta, assim como de pouco adianta falar da graciosidade do elenco tão distinto que sofre e sorri com o espectador, e nos leva consigo na direcção de todos os sentimentos humanos - grande Louis Garrel - ou da belíssima música de Alex Beaupain ou das suas mais do que louváveis referências cinematográficas quando, no final, é aquela tarde chuvosa, no filme e na sala, que nos aquece o coração. É o cinema que vive, que morre, e que recorda.

posted by Juom @ 12:47 da manhã   3 comments
sábado, outubro 20, 2007
Museu do Neo-Realismo

O Museu do Neo-Realismo é hoje inauguraudo em Vila Franca de Xira. Reunindo um acervo considerável (livros, revistas, pinturas, esculturas, filmes, fotografias, etc.) num edifício propositadamente projectado para o albergar, é um espaço de importância assinalável nos arredores de Lisboa.
A programação até final de 2008 inclui não apenas exposições mas também vários encontros com nomes de destaque do panorama cultural português.
Para mais informações visitem o site oficial.
posted by H. @ 2:12 da tarde   0 comments
quarta-feira, outubro 17, 2007
Caetano Veloso ao vivo no Coliseu | Cê

Depois de nos ter brindado várias vezes com a sua presença em Portugal, Caetano Veloso voltou com a apresentação de “Cê”. Pela primeira vez dei-me a oportunidade de assistir a esse grande vulto da música brasileira, tão aclamado e reconhecido pelos mais diversos temas.
A noite começou com bastante animação. “Cê” é um novo trabalho, que se demarca de tudo aquilo que é «habitual» em Caetano – mais arrojado, mais agitado, mais ousado. As palavras foram sempre provocatórias e atrevidas, no entanto, suficientemente envolventes.
O público engrenou no ritmo de Caetano, que ao longo de todo o espectáculo demonstrou um espírito revigorado e jovem, aguardando sempre os momentos que privilegiassem a intimidade entre intérprete e audiência. No coliseu sentia-se a ansiedade pelos momentos «a sós», onde cada uma das pessoas pudesse sentir a cumplicidade única de temas como “Sozinho” ou “Menino do Rio”.
Por mais que o público assim o pedisse, Caetano só nos brindou com uma curta versão do famoso “Leãozinho”, abandonando o palco depois de cantar todos os temas de “Cê”, e deixando na plateia um sabor a desilusão.
Para mim, o momento alto do concerto foi a interpretação magnífica de “Paloma”, que nos mostrou do que Caetano é capaz. Faltou o equilíbrio com o Cateano ‘minimalista’. Soube a pouco.

posted by Ana Silva @ 10:07 da tarde   0 comments
sexta-feira, outubro 12, 2007
Grandes Momentos | High Fidelity


Este filme tem um lugar particular no meu coração. Já o vi e revi várias vezes e reconforta-me sempre com um enorme e largo sorriso nos lábios. Mas o humor cáustico de Nick Hornby, aqui levado à tela por Stephen Frears, nunca esteve tão bem como nesta particular cena. John Cusack e Tim Robbins. Num mano-a-mano. Enjoy!
posted by The Stranger @ 10:27 da manhã   3 comments
Al Gore Nobel da Paz

Há minutos foram anunciados os vencedores do Nobel da Paz: Al Gore e o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) partilham o Nobel, que desta vez premiou dois dos responsáveis pelo alerta das alterações climáticas, nomeadamente as provocadas pelo Homem.
posted by H. @ 10:03 da manhã   4 comments
Tiago Bettencourt | O Jardim

O jardim está seco, tem árvores para podar, tem demasiados espinhos nas rosas que são amor. São as mãos calejadas e ensanguentadas por demasiados Invernos. O jardim dará flor. Quando aprendermos a viver.

Depois de ‘esquissos’ e um ‘segundo’, Tiago Bettencourt pega nos Mantha e deixa para trás os Toranja. Parte para novos rumos musicais. Constrói o seu jardim.
“Uma canção simples” abre o disco, e logo nos faz perceber que uma boa dose da humildade que parecia faltar nos Toranja, estava guardada para o novo projecto do vocalista. A banda de a “Carta” fugia de músicas simples, forçando clássicos orelhudos e, com eles, encostavam-se, demasiado confortáveis, a rótulos que a imprensa nacional adora distribuir por todas as novas bandas que surgem. Momentos como Ensaio, do álbum ‘segundo’ mostram alguma necessidade de fazer algo diferente, algo mais próprio que, infelizmente, nunca foi desenvolvido pela banda. Tiago Bettencourt tem, nem que seja só por isso, o mérito de ter deixado os Toranja totalmente para trás neste novo projecto (que o próprio recusa considerar ser um álbum a solo).

Nova sonoridade - mais experimentalista - uma pop mais eficaz e despreocupada. Nem por isso menos elaborada. A grande melhoria em relação aos Toranja é, claramente, ao nível da produção. Desde os arranjos, à construção das músicas como um organismo vivo, tornam o Jardim numa das melhores produções musicais dos últimos tempos do nosso país. Os Mantha são constituídos por Pedro Gonçalves (Dead Combo) e João Lencastre - e não há como fugir à menção aos Arcade Fire. Gravado no mesmo estúdio em que a banda de Montreal gravou Funeral, Tiago Bettencourt contou ainda com a ajuda de Howard Billerman, produtor e membro da formação original dos Arcade Fire. A influência é notória mas, em momento algum, pensamos que Tiago Bettencourt e os Mantha pretendem ser os Arcade Fire portugueses. Há sim, um semelhante cuidado exímio com os pormenores e na tentativa de fazer algo diferente e arriscado. “Voo”, “O Campo” e “O Jogo”, assim como o próprio 1º single, “Canção Simples”, revelam essa maior influência dos Árcade Fire, mas num género próprio. Tiago Bettencourt pega na fórmula e adapta-a ao seu estilo. Sem copiar, sem pretensiosismo, simples…

Um jardim labiríntico, que dá vontade de ver crescer e no qual vou passear, e perder-me, por algum tempo.

posted by not_alone @ 12:03 da manhã   5 comments
quarta-feira, outubro 10, 2007
Grande Momento | Silence 4 | Borrow (Live at Pavilhão Atlântico)


Com o lançamento do novo álbum de David Fonseca (Dreams In Colour), relembro sempre alguns grandes momentos musicais que o cantor já deu na sua carreira. Ainda com os Silence 4, David Fonseca escrevia um dos maiores clássicos da música portuguesa, Borrow. Ainda hoje, é com alguma nostalgia que relembro as 17 mil vozes (a minha incluída), no Pavilhão Atlântico a entoar esse mesmo tema. Há concertos que ficam para a vida, há concertos que a transcendem. Este, pessoalmente, será um deles.
posted by not_alone @ 7:52 da tarde   3 comments
terça-feira, outubro 09, 2007
Les Chansons d’Amour (banda sonora)

O último filme de Christophe Honoré (que estreia dia 18 deste mês e foi apresentado em antestreia na 8ª Festa do Cinema Francês) é um musical centrado numa personagem, nas suas experiências amorosas no geral e, mais especificamente, numa ideia de perda. Mas não vou agora falar do filme, antes me quero deter na sua banda sonora. Um conjunto de 14 canções todas escritas e compostas por Alex Beaupain, que já compusera os instrumentais do filme anterior de Honoré, “Dans Paris”, bem como de outros filmes anteriores do realizador.

Exceptuando uma música também cantada por Alex Beaupain (“Brooklyn Bridge”), todas as outras canções são interpretadas pelos actores do filme, que se saem bastante bem, destacando-se Louis Garrel, que interpreta sozinho duas das melhores canções desta banda sonora, “Les Yeux Au Ciel” e “La Mémoire Sale”. Mas dê-se também a atenção devida à faixa mais alegre de um disco muito melancólico: a fabulosa “Je n’aime que Toi”, cantada por Louis Garrel, Ludivine Sagnier e Clotilde Hesme.

Uma das grandes qualidades desta banda sonora é o facto de poder sobreviver intocável se separarmos as canções do contexto da película. Experimente-se ouvir o disco antes de se ver o filme e depois voltar a ouvi-lo após o visionamento. É certo que muitas faixas ganham uma vida nova, mas o essencial é imutável. Um disco viciante, que não é apenas a melhor banda sonora do ano até agora, é um dos melhores álbuns, ponto.

posted by H. @ 10:51 da tarde   5 comments
segunda-feira, outubro 08, 2007
Filme do mês | Setembro
Com um ligeiro atraso, eis os filmes que destacamos no mês de Setembro.




Ana Silva 2 Dias em Paris

"Dois dias em Paris foi suficiente para matar saudades de uma «forma de estar» em cinema. A historia, escrita por Julie Delpy, delicia quem vê, guiando-nos pela capital francesa e confrontando-nos com os percalços que opõem a descontracção de quem está em casa e o stress do desconhecido. Os diálogos inesperados e a espontaneidade das interpretações faz-nos adorar este filme. Equilibra na perfeição a comédia e a ousadia dos temas. A não perder."

H. O Capacete Dourado

"O melhor filme do mês (e um dos melhores filmes do ano) foi para mim "O Capacete Dourado" de Jorge Cramez. Um trabalho lírico sobre a juventude e muito do que ela encerra. Tudo é contado através da relação entre Jota, um rebelde à Nick Ray, e Margarida, uma rapariga fisicamente frágil, que estranhamente se completam. À sua volta uma miríade de personagens secundárias todas elas com espaço para brilhar. Um filme de e também sobre o amor, que possivelmente provocará no espectador um certo amor... pelo filme. "

not_alone The Bourne Ultimatum

"Num mês particularmente fraco destaco The Bourne Ultimatum. A triologia de Jason Bourne e da busca pela sua identidade foi das mais estimulantes peças de cinema de acção a sair de Hollywood nos últimos tempos. Extremamente envolvente e pouco dado ao espectáculo barato, é tudo o que James Bond precisava de ser (apesar de Daniel Craig ter vindo dar um novo fôlego ao agente 007). A trama política e o elenco de luxo completam o leque de virtudes e temos um filme que é satisfação garantida. "

Paulo Nada a destacar

P.R. Hairspray

"Hairspray é um filme encantador e genuíno. Um inspiradíssimo musical, Hairspray conduz-nos numa viagem alucinante, com excessos de boa-disposição, musicalidade, ritmo e aventura que deliciam quem o vê. Com um John Travolta absolutamente memorável, Hairspray é sem dúvida o feel-good movie do ano.

Duarte Bourne Ultimatum

"Supostamente, o fim de uma cada vez mais popular trilogia, onde acompanhamoso indestrutível Jason Bourne, na sua descoberta de identidade e de umeventual propósito para a sua fantasmagórica existência. E na onda dos filmes anteriores, este "Bourne Ultimatum" é um pacote explosivo e intensode frenéticas cenas de acção, onde o realismo e a câmara ao ombro imperam, eo fôlego do espectador é sempre testado aos limites. Era bom que todos osfilmes de entertenimento fossem tão viciantes como este.."


posted by P.R @ 12:32 da tarde   0 comments
terça-feira, outubro 02, 2007
Grande Momento | GoodFellas
Vou tentar ser parco em palavras: este é um dos mais bestiais planos a que alguma vez assisti enquanto espectador de cinema. Quase que nos tranforma numa das personagens do filme (no caso a de Lorraine Bracco) à medida que visitamos o Copacabana pela primeira vez, pela porta das traseiras e com direito a mesa própria. Palavras para quê... vejam esta obra-prima!

posted by Juom @ 12:53 da manhã   5 comments
segunda-feira, outubro 01, 2007
Stardust

Uma bela surpresa este "Stardust" de Matthew Vaughn. Adaptado de um livro de Neil Gaiman, é uma espécie de conto de fadas subversivo, onde todo o universo de fantasia parece familiar e já visto em tempos recentes, mas nunca contado deste forma, e especialmente, com tanta energia. Mas o que demarca desde logo, também, a diferença para outros filmes do género é o verdadeiro sentido do rídiculo, os inúmeros gags, sempre a piscar o olho, e a carrada de personagens secundárias, todas elas singularmente construídas e interpretadas. E tanta coisa se passa neste história, contada em apenas duas horas, que é díficil sentir qualquer tipo de aborrecimento. E no fim, sentimo-nos retemperados por tanta e abundante diversão.
posted by The Stranger @ 1:00 da tarde   4 comments
The Cure em Portugal

Os Cure vão voltar aos palcos portugueses no próximo ano. O concerto está marcado para o Pavilhão Atlântico no dia 8 de Março de 2008, pelas 20 horas. Os bilhetes custam entre 28 e 40 euros e encontram-se à venda a partir de hoje.
posted by H. @ 10:26 da manhã   3 comments
 

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